As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 22/04/2020

O avanço depende do preparo

O mundo vem se transformando e novas profissões vêm se formando. Porém, a sociedade não consegue acompanhar a evolução, devido ao despreparo da população para o que mercado de trabalho necessita. Ou seja, há mão de obra, há empregos, contudo eles não conseguem relacionar-se. Por isso, deve-se atualizar as formas de ensino para que todos tenham chances de atuar numa área.

Quando perguntamos a um estudante de ensino médio o que eles querem ser quando crescer, normalmente, ele responderiam advogado ou médico, ou melhor, as profissões tradicionais. No entanto, hoje em dia, o setor terciário precisa de profissionais híbridos, em outras palavras,que não sejam só excelente em biologia, mas também, bom em física. Isto é, as tendências das profissões contemporâneas são de abranger cada vez mais as diversas áreas do conhecimento. Logo, com a decadência das profissões mais antigas, a população economicamente ativa (PEA) e a futura PEA precisam-se adaptar às essas mudanças.

Assim, como Zygmunt Bauman que dizia em sua obra “Modernidade Líquida” o antigo é sempre substituído pelo novo, o velho modo como se qualificava as pessoas deveria ser adaptada, pois o maior desafio dessas profissões futurísticas é a falta de mão de obra qualificada. Isso acontece, porque hoje em dia, nesse setor de serviços, há muitos engenheiros químicos e biólogos, por exemplo, contudo há muitos bioquímicos. Além disso, os cursos profissionalizantes voltadas há essas novas profissões são pouco estimuladas.

Portanto, o Estado deve preparar sua população para o mercado de trabalho atual por meio de investimentos em oficinas e cursos técnicos voltadas a essas profissões contemporâneas para que todos tenham oportunidades de emprego. Assim, as pessoas terão mais chances de obter um trabalho proeminente.