As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 13/04/2020
O filme “O exterminador do futuro” retrata um futuro distópico marcado pela dominação da humanidade por máquinas que se apossam do poder no mundo moderno. Não tão longe da ficção, a sociedade contemporânea insere cada vez mais a tecnologia em sua rotina, principalmente no meio profissional. Esse fator possibilita o surgimento de novas profissões, todavia causa implicações sociais, como o aumento do desemprego e da desigualdade social.
Primordialmente, a ascensão da tecnologia no mundo modificou as relações humanas e trabalhistas. Nesse cenário, a internet propicia diversas oportunidades de empregos, uma vez que, através dela, um indivíduo pode exercer múltiplas funções, proporcionando autonomia, no entanto exigindo mais suas qualidades pessoais e maior disposição de aprendizado. Um exemplo disso são as “Startups” (modernização empresarial) e os serviços nas áreas de Análise e segurança de dados e marketing digital.
Opondo-se a isso, com o advento da Terceira Revolução Industrial, a inclusão da tecnologia no meio social e profissional suscitou no despedimento de diversos trabalhadores, fator que persiste nos dias atuais. Nesse sentido, os vínculos trabalhistas decrescem com a substituição de pessoas por equipamentos, elevando as taxas de desemprego e colaborando com a desigualdade social ao aumentar a disparidade econômica. Isso implica na falta de acesso à internet e, consequentemente, as informações por essa parte da população.
Portando, é notório que há implicações para o alcance das profissões do futuro. Sendo assim, faz-se necessário a atuação do Estado, por meio do Ministério da Economia (ME), responsável por cuidar da economia do país, criando politicas públicas que garantem o acesso a tecnologia por parte dos habitantes menos privilegiados. Tal ação deverá focar também no ensinamento e qualificação da parte atingida. Assim, a disponibilidade de novos empregos alcançara um equilíbrio no país.