As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 22/04/2020
Estamos vivendo o que pode se chamar de quarta revolução industrial, um momento em que as profissões estão sendo renovadas pela tecnologia e há incerteza sobre quais ainda existirão e quais serão criadas. Nesse sentido, é um desafio compreender como modernizar as empresas e como conseguir atualizar os profissionais atuais e os do futuro, para o desconhecido.
Em primeiro lugar, vê-se que a incógnita sobre o futuro das profissões é a razão de muitas pesquisas. Um exemplo é a pesquisa feita pela CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), que afirma que 65% das crianças de hoje, trabalharão com profissões ainda inexistentes, o que dificulta o progresso em relação ao ensino desses futuros profissionais, e como os preparar para o estranho futuro das profissões.
Em seguida, há o fator investimento. Segundo a Coordenadora de Metodologia de Ensino da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Marina Feferbaum, os custos dessas inovações tecnológicas ainda é muito alto, tanto para empresas, quanto para instituições de ensino, principalmente as de pequeno porte. Assim, torna-se uma questão como desenvolver essa tecnologia dentro desses espaços que não têm poder de investimento.
Portanto, torna-se visível a necessidade de maiores pesquisas sobre as tendências profissionais, cabendo a institutos de pesquisas (privados e públicos) desenvolve-las por meio de estudos na maior parte de ramos trabalhistas possíveis, para que assim o Estado possa intervir através de subsídios distribuídos para organizações com baixo poder monetário e universidades públicas com o intuito de preparar os futuros profissionais.