As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 22/05/2020

É notório que, a tecnologia vem mudando as profissões e as relações nas corporações. Na Revolução Industrial, entre o século XVIII e XIX, o mundo evidenciou grandes evoluções nos setores industriais, substituindo então, homens por máquinas. No entanto, com as descobertas da tecnologia, fez-se necessário o surgimento de novas ocupações nas empresas. Sendo imprescindível que o indivíduo se adequasse as novas oportunidades do mercado do trabalho.

Em primeira análise, levando em consideração os profissionais do futuro, logo pensamos nos empregos que serão destaques nos próximos anos. De acordo com o mapa mental 2019-2023 feito pelo SENAI, o Brasil terá de qualificar 10,5 milhões de trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação profissional e aperfeiçoamento até 2023. Essas ocupações têm em sua formação conhecimentos de base industrial e por isso são oferecidas pelo SENAI, mas esses profissionais podem trabalhar tanto na indústria quanto em outros setores.

Além disso, a demanda por qualificação prevista pelo Mapa inclui, em sua maioria, o aperfeiçoamento de trabalhadores que já estão empregados e, em parcela menor (22%), aqueles que precisam de capacitação para ingressar no mercado de trabalho. Essa formação inicial inclui a reposição em vagas já existentes e que se tornam disponíveis devido a aposentadoria, entre outras razões.

Nesse contexto, sobre as profissões do futuro é de suma importância, que práticas sejam feitas nesse sentido, que o Ministério do Trabalho (MT), em parceria com o Mistério da Economia, por meio das plataformas educativas e atuação de políticas públicas, com palestras e movimentos sociais, inteire, junto ao cidadão brasileiro, salientando-o, preparando e adequando o indivíduo, na profissionalização de qualidade, inserindo-se os mesmos, nas profissões do futuro da era tecnológico. Sendo esse, um direito resguardado pela Constituição Federal de 1988.