As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 23/05/2020

Na narrativa do jogo eletrônico “Detroit: Become Human” é contado sobre o desenvolvimento dos androides, robôs humanoides, os quais tinham o propósito de auxiliar pessoas em suas tarefas diárias, mas tornaram-se substitutos para o trabalho humano. Analogamente, isso vem acontecendo na sociedade contemporânea e está aumentando cada vez mais. Contudo, o avanço tecnológico não se trata da retirada da mão de obra para serem colocadas máquinas, mas sim refere-se a união entre homem e tecnologia para um aumento da produtividade do ofício, sendo necessária apenas a adaptação e qualificação do indivíduo. Diante disso, se faz preciso analisar as profissões do futuro e os desafios trazidos consigo.

A priori, é estudado que uma onda de desemprego virá junto com a adoção de sistemas automatizados. Nesse sentido, diversos trabalhadores se veem no risco de perderem seus empregos nos próximos anos, devido a sua substituição por robôs autômatos. Essa perspectiva pode ser vista em um relatório publicado pela McKinsey Global Institute, em 2017, o qual dizia que nas próximas décadas milhões de pessoas sofrerão os impactos da automatização, necessitando, portanto, encontrar uma nova ocupação. À vista disso, se torna preocupante para muitos como poderão trabalhar futuramente e, para os mais jovens, que carreira seguir para não serem deixados para traz nessa nova realidade.

De modo contrário, a nova era de tecnologia será uma janela de oportunidades, já que abrirá novos ramos para serem explorados. Nesse contexto, haverá a possibilidade de se trabalhar tanto no melhoramento, quanto na atividade mútua às máquinas. Isso, por exemplo, está expresso em um levantamento feito pelo LinkedIn, que relaciona algumas funções que terão um crescimento adiante. Dessa maneira, um indivíduo que possuir uma profissionalização em alguma área desse desenvolvimento se beneficiará com as mudanças que estão por vir e, como resultado, não perderá seu espaço no mercado de trabalho.

Consequentemente, para que um maior número de pessoas se enquadrem na segunda visão, é crucial que algo seja feito. Como por exemplo uma divulgação nas escolas, para os mais jovens, ou mediante os meios de comunicação, como comerciais TVs ou publicações em redes sociais, para os mais velhos, realizada pelo Ministério da Educação, apresentando essa perspectiva para o público e explicando o como poderão trabalhar em conjunto das tecnologias caso se profissionalizem em algum campo relacionado a elas. Com isso, o número de desemprego será fortemente reduzido mais a frente e, além disso, facilitará a vinda e a adaptação para as profissões do futuro.