As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 19/05/2020
Desde a última onda de globalização, o mundo mudou radicalmente e a sociedade teve que se adaptar à ele. A revolução do meio tecno-científico-comunicativo, além de provocar uma alteração na estrutura social, modificou demasiadamente as condições profissionais e o mercado de trabalho. Com essa profunda deformação social na contemporaneidade, muitas profissões estão surgindo procurando atender de forma cada vez mais eficiente essa sociedade que se transforma a cada segundo.
O advento da informática e o crescimento do mercado digital possibilitou uma metamorfose no mercado profissional, desta forma, há o crescimento em diversas áreas, e novas profissões ganham destaque. Como por exemplo, a rede social LinkedIn divulgou um levantamento de 15 funções que podem gerar empregos formais para milhões de brasileiros, a maioria voltada para o ramo tecnológico, primeira posição aparece a profissão de gestor de redes sociais.
Se, por um lado o avanço tecnológico contribuiu positivamente através em diversas áreas como na medicina, no mercado de trabalho ele é cada vez mais cruel. Em consequência desse avanço, muitas profissões estão desaparecendo, sendo substituídas por robôs e, provocando assim o desemprego estrutural. Com a taxa de desemprego a taxa de desemprego próxima dos 12%, cria-se uma urgência em se adaptar à esse meio. O problema de um mercado de trabalho essencialmente tecnológico, é que essas mudanças criam a necessidade de aprendizagem de novas habilidades, visando contemplar uma sociedade cada vez mais imediatista. Dessa forma, só quem é realmente capacitado consegue se inserir profissionalmente nesse novo cenário, privilegiando apenas uma esfera da sociedade visto que nosso sistema de educação é muito lento na resposta às mudanças tecnológicas e sociais.
Faz-se necessário dessa maneira, que o Ministério da educação que procure capacitar profissionalmente seus estudantes através de programas que incentivem a participação do jovem no meio científico, para que estes estejam preparados para as futuras mudanças no mercado de trabalho. É de priori que haja uma reforma em nosso sistema educacional, para que este possa equipar as pessoas com habilidades as quais as máquinas não fazem, como empreendedorismo, trabalho em equipe, curiosidade e adaptabilidade.