As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 18/05/2020
Tecnologias dificultando a vida dos humanos
A ampla concorrência sempre esteve presente no requisito mercado de trabalho, mas com as novas tecnologias esse conflito ficou ainda maior.
A taxa de desemprego no Brasil no primeiro trimestre de 2020 foi 12,2%, além de ser um problema na economia, também é um reflexo da modernização das fábricas e empresas. Não é de hoje que as pessoas vêm perdendo para máquinas, se estende desde da primeira revolução industrial. Por outro lado, o autor do livro “Os Robôs Querem O Seu Emprego”, John Pugliano, disse em uma entrevista o seguinte:” Há áreas que têm a ver com o contato humano que são insubstituíveis por algoritmos”, como: profissionais da arte, programadores, psicólogos, psiquiatras ou diversos trabalhadores sociais.
Várias profissões estão surgindo e outras desaparecendo, entretanto, sempre irá existir ocupações que todos precisam como; Médicos; Instaladores e Reparadores de Linhas e Cabo Elétricos, Telefônicos e de Comunicação de Dados; Gerentes de Operações de Serviços em Empresas de Transporte, de Comunicação e de Logística, entre outros, irão ter uma reduzida, em todo caso os pilotos de guerra tem uma alta hipótese de extinção, dado que já existem aviões que são guiados por piloto automático ou da base de transmissão. Mesmo quando se escolhe uma profissão que tem futuro, não pode ser concreto, pois o mercado pode mudar 1, 2, 5 anos após ter começado a faculdade ou ter terminando-a. Para se prevenir de estar desempregado assim que terminar um ensino superior é escolher uma área que tem similaridade com que queria, ou se identificava no início. Como, por exemplo, uma das profissões de risco é arquiteto, uma profissão que trabalha com ideias criativas, poderia ser trocada por Marketing, Designer de Inovação, ou outras. Tudo vai em questão do que se está procurando.