As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 19/05/2020
A tecnologia no mercado de trabalho
Atualmente um dos grandes dilemas para a maior parte dos jovens é a escolha de profissões, definir uma carreira costuma ser uma questão difícil, na qual um dos pontos a serem levados em consideração é o mercado de trabalho. A partir das evoluções tecnológicas é comum que o mercado trabalhista passe por mudanças, sendo provavelmente a grande responsável por alavancar e proporcionar novas profissões, dessa maneira uma nova geração de profissionais ocupará cargos que antes nem existiam.
A rede social LinkedIn divulgou, um levantamento de 15 funções que podem gerar empregos formais no futuro, no ranking geral, as profissões ligadas aos setores de tecnologia da informação e internet dominam a lista, o Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), reforça esse contexto. Profissões ligadas à tecnologia estão entre as que mais vão crescer nos próximos anos, algumas delas, com aumento superior a 20%. Dessa forma é necessário que o trabalhador se ajuste ao novo modelo evolutivo, para se adequar ao mercado será necessário qualificação para se reinventar.
Pode-se observar como no século XVIII a Revolução Industrial implicou em um grande desemprego em massa, não só na Inglaterra, país de origem da revolução, mas em todas as nações que aderiram à industrialização. Assim, o homem perdeu valor para as novas maquinas que o substituíram. Hoje, a 4ª Revolução Industrial, tecnológica, atinge, como antes, o trabalhador, correndo novamente o risco de serem substituídos pela tecnologia, essa deve acrescentar pontos positivos à força de trabalho humana, e não eliminá-la.
Porém, existem habilidades que as máquinas não contemplam, como o pensamento crítico, a inteligência emocional, criatividade e inovação, capazes de serem realizados apenas por humanos, de modo que sejam fundamentais para a interpretação dos resultados fornecidos pelas máquinas. Nesse contexto, é possível perceber a visão de que, independente do quão avançadas as máquinas se tornem, há um elemento subjetivo, intrínseco ao ser humano, que não pode ser substituído.
Portanto é necessário cursos de capacitação aos trabalhadores para a devida adequação às novas modernidades executados pelas grandes corporações, além disso é necessário que o Presidente da República inclua uma lei para regulamentar a proteção de trabalhadores em meio a automação tecnológica, assegurando o emprego e garantindo estabilidade aos trabalhadores ás mudanças do mercado de trabalho.