As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 20/05/2020
O lugar do ser humano no mercado de trabalho que está por vir
Usando um balde na cabeça e fazendo barulhos com a própria boca, uma criança sonha em ser um astronauta. Com uma lousa e bonecos que supostamente são estudantes, uma menina sonha em ser professora. Mal sabem elas que provavelmente, num futuro não tão distante, essas profissões não serão mais exercidas por humanos, e sim por máquinas. Com essas mudanças drásticas na vida das pessoas, elas terão que adaptar seus empregos para o futuro, dessarte, criando as profissões do futuro e os desafios relacionados a elas.
Decerto, a tecnologia evolui de forma rápida e constante a cada segundo que se passa, e isso com certeza afetará diretamente as profissões atuais e os profissionais futuramente. De acordo com o World Economic Forum, Future of Jobs Report 2018, 50% dos empregos conhecidos não vão existir até 2030. Todavia, por outro lado, um estudo divulgado pela MacArthur Foundation em 2017, antevê que 65% das crianças em idade escolar trabalharão com coisas que ainda não existem hoje, em outras palavras, surgirão novos ofícios.
Segundo o site Desafios da Educação, ocupações que ainda não existem como especialista em impressão, gestor de resíduos, gestor de novos negócios em inteligência artificial, técnico de manutenção de robôs pessoais e controlador de tráfego multidimensional estarão em alta demanda porvindouro. Ademais, conforme com o site Canal Tech, serviços como caixas de banco, caixas de supermercado, recepcionista, telefonista, agentes de correios e agente de viagens serão substituídos por robôs e/ou inteligências artificiais.
A fim de, os seres humanos não perderem seus sustentos para as máquinas, é dever do Ministério da Educação juntamente com as escolas que oferecem cursos profissionalizantes, conscientizar e preparar os jovens para o que irão enfrentar no futuro em relação ao mercado de trabalho, apresentando opções viáveis de ocupações que serão provedoras do essencial para uma vida digna. Como diz o vice-presidente do Google, Vint Cerf, não há motivos para se desesperar, visto que, historicamente, a tecnologia sempre criou mais trabalhos do que destruiu.