As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 23/05/2020
Reinventar-se para sobreviver
Lançado em 1984, O Exterminador do Futuro foi provavelmente o primeiro filme a fazer sucesso retratando um futuro apocalíptico onde robôs dominarão os humanos. Essa história, aparentemente ficcional, está cada vez mais possível de se acontecer: hoje em dia há programadores desenvolvendo alguma I.A para substituir cada emprego humano. Pensar que em poucos anos pode sair um robô que além de te substituir faz seu trabalho melhor que você é aterrorizante, e a resposta é tentar fazer algo que uma máquina ainda não será capaz de fazer.
A princípio, nota-se que diversos cargos que eram ocupados por humanos nas décadas passadas já foram rapidamente substituídos por uma máquina. Nesse contexto, entretanto, a grande maioria das funções eram aqueles exclusivamente manuais. A título de exemplo, cita-se a total automatização na fabricação de um carro: é dito que na década de 90 a cada mil carros produzidos uma montadora empregava 80 funcionários; atualmente esse número não passa de 30. Dessa forma, o que resta aos futuros trabalhadores de nosso país é desenvolver ao máximo a criatividade e escolher carreiras que exigem o mínimo de pensamento humano.
Em suma, a melhoria na educação, requisito padrão em praticamente qualquer proposta, também é um aqui. Primeiramente, cabe ao Governo, por meio do Ministério da Educação, desenvolver um sistema de ensino aonde a criatividade e conceitos como o design thinking sejam mais explorados; propostas tais iguais da 42 school, um conceito de faculdade onde os alunos devem aprender a solucionar um problema apenas entre si, sem professores e notas, é um ótimo exemplo de que ainda é possível inovar no jeito de se ensinar. Além disso, é mister que haja um investimento de universidades e empresas na pesquisa de como inovar as profissões atuais e desenvolver novas para que haja oportunidades para todos.