As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 26/05/2020
Ao longo da história, nas revoluções industriais, profissões foram, com o tempo, sendo modificadas e moldadas a partir de novas invenções tecnológicas, porém, embora com o avanço, ocorreram consequências delimitadas não importantes naquele momento, como por exemplo, êxodo rural e a poluição ambiental. Em analise a isso, quando posto em relação a profissões do futuro e seus desafios, observa-se, nitidamente, o mesmo erro está sendo cometido isso porque não é dado suporte para pessoas de como se moldar diante novas tecnologias e, por conseguinte, o aumento do desemprego pode vir a ser maior futuramente.
A priori, é nítido que a problemática persistente sobre as profissões do futuro tem como principal fruto, o não auxilio de como lidar com novas tecnologias. Segundo o filósofo John Locke, os seres humanos nascem como folhas em branco e, ao longo de suas vidas, vão moldando-se a partir de suas experiências. Dessa maneira, quando o Estado, provedor de educação, não promove meios para que, tanto jovens, quando adultos, saibam como lidar com o avanço tecnológico e como adaptar o mesmo a um novo estilo de vida, contribui-se assim, para que os desafios das profissões do futuro sejam mais árduos.
Ademais, é imperativo pontuar que com a persistência do Estado em não dar suporte a população em meio a tecnologia, é provável que ocorra, em consequência, uma alta na taxa de desemprego futuramente. Segundo o jornal G1, o Brasil, atualmente, atinge a marca de 12,6 milhões de desempregados e, em sua maioria, pessoas que prestam serviços domésticos. Esse cenário é presente pois com a valorização da mão de obra tecnológica, grande parte dessas pessoas, como supracitado, não tem auxilio algum para trabalhar nesta nova era onde pessoas estão sendo substituídas por robôs. Dessa forma, se esse quadro não mudar o número de pessoas desempregadas seja progressivo. Dessarte, cabe ao Ministério da Educação (MEC) por meio de verbas governamentais, criar programas televisivos e palestras gratuitas em locais públicos que incentivem bem jovens, como adultos, a entram nas áreas de serviço anseiam, mas, essas áreas agora adaptadas ao meio tecnológico atual, visando que o número de desempregados seja declinar. Cabe também, ao mesmo, que corroborem para que os jovens entendam que futuro será moldado perante a tecnologia e cabe ao Estado que o erro cometido nas revoluções industriais não seja repetido e que as decisões sobre profissões do futuro sejam mais acessiveis