As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 28/05/2020
Nikola Tesla, responsável pela tecnologia distributiva de energia ainda usada no século XXI, foi um cientista do século XX que enfrentou o preconceito da família e o desemprego ao iniciar carreira na engenharia elétrica, novidade na época, que se tornou essencialidade. O avanço tecnológico, causa efeito semelhante no mundo globalizado, onde as novas descobertas moldam o mercado de trabalho fluído, antes manual, agora com tendência à mecanização. Entretanto, a evolução tecnológica e as mudanças que causa no mercado de trabalho, por serem aceleradas, geram estranheza à massa popular e trazem à tona os efeitos da falta de socialização no meio profissional.
Primordialmente, o preconceito, por parte da massa popular, em relação às profissões do futuro, que usam a informática, ferramenta que mesmo sendo introduzida no mercado de trabalho ainda é considerada nova e inacessível para muitos por serem diferentes da ideia convencional de trabalho manual, interfere negativamente na percepção de crianças e adolescentes, potenciais empregados das novas profissões. Logo, a impressão negativa por vista das crianças acarreta em perca de futura mão de obra especializada. O preconceito à profissões do futuro, porém, não são novos, pode-se tomar de exemplo a perseguição de cientistas e médicos, que exercem papel fundamental na idade contemporânea, por parte da igreja durante a idade média. Isto é, a desinformação acerca das mudanças no meio tecnológico gera o medo da ignorância que por sua vez se disfarça de preconceito.
Outrossim, a saúde mental da classe operária atuante nas novas profissões, por consequência da automatização do ambiente profissional, de tal forma ocasionando a diminuição do corpo de funcionários e possivelmente adoção do trabalho realizado em casa, é afetada negativamente com a diminuição da socialização no âmbito profissional. Assim, a diminuição da socialização humana, bem como mostrado no excerto “Solidão” do portal de divulgação científica “kurzgesat”, acarreta na involução da capacidade de associação de expressões faciais à emoções, gerando dificuldade de comunicação, socialização e provável depressão.
Destarte, a ignorância sobre tecnologia e suas novas profissões causam o preconceito que gera a diminuição de potencial mão de obra, que propende à enfrentar dificuldade acerca de sua saúde mental. Dessa forma, é indubitável a necessidade da introdução de testes vocacionais e curso de informática em escolas, deste modo mudando a percepção dos jovens e apresentando potencial mão de obra. Com o objetivo de garantir mentalidade saudável aos funcionários, cabe ao ministério da saúde acordar com o da fazenda incentivos fiscais à empresas que contarem psicólogos para atendimento em tempo integral. Assim, futuros profissionais contribuirão para a sociedade como Tesla .