As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 27/05/2020

Durante a segunda metade do século XVII, ocorreu a Primeira Revolução Industrial, as mudanças causadas exigiram dos trabalhadores novos conhecimentos.Nesse viés, o cenário se repete e os profissionais do futuro terão que enfrentar diversos desafios com o mercado de trabalho.Dessa maneira, essa problemática é potencializada não só pela falta de mão de obra especializada, mas também pela omissão governamental. Sendo assim, torna-se evidente a necessidade de um maior engajamento frente a esse cenário.

Em primeiro lugar, convém elucidar que o mercado vai exigir uma maior especialização dos profissionais.Nesse contexto, vale lembrar  da criação do computador, pelo britânico Alan Turing, que exigiu novas capacidades para o uso da máquina pelos usuários dela, nas empresas. Ocorre que, com a evolução que o mercado de trabalho está passando, os trabalhadores do futuro deverão se requalificar para adquirir novas competências, para que não ocorra a precarização do trabalho.

Outrossim, a inércia governamental frente a  essa realidade, transforma-se em uma dificuldade. Dessa forma, a afirmação feita no Fórum Econômico Mundial, diz que 65% das crianças que atualmente estão no ensino fundamental terão profissões que ainda não existem. Nesse sentido, o atual sistema deveria equipar as pessoas com as habilidades com as quais as máquinas não fazem, como empreendedorismo e trabalho em grupo.

Diante dos fatos supramencionados, é notório a necessidade de um maior preocupação com os profissionais do futuro. Desse modo, cabe ao Estado, promover mini cursos profissionalizantes com certificados, com aulas para pessoas economicamente ativas, por meio de parcerias público privadas, em shoppings centers e ginásios, em locais que consigam comportar o maior números de alunos, afim de capacitar os trabalhadores para novas exigências do mercado. Além disso, as escolas devem promover através de feiras estudantis e cursos no contra turno, práticas e aulas com profissionais em tecnologia, com a finalidade de não deixar os alunos despreparados para as futuras profissões. Assim, caso essas medidas ocorram, o protagonismo do trabalhador será evidente.