As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 22/06/2020
O mundo, hodiernamente, vive a quarta fase da revolução industrial, a qual não é definida somente por um conjunto de novas tecnologias, mas uma transição de modelo social. Tal modernidade será fruto de mudanças no modo de viver, relacionar e trabalhar das pessoas. Nessa óptica, surgirão, com o decorrer desse processo, novas profissões e transformações nas já existentes, que terão como desafios a adaptação da sociedade perante essa nova conjuntura e a qualificação profissional. Nesse sentido, convém a análise desses pontos para que possam ser superados.
Para a biologia, adaptar significa se ajustar ao meio, para garantir a sobrevivência e o sucesso em determinado ambiente. A priori, para que o tecido social alcance o êxito no campo laboral das próximas décadas, é fundamental seguir o conceito dessa máxima biológica, adequando os indivíduos à realidade revolucionária que se aproxima. Diante desse contexto, países menos desenvolvidos serão aqueles os quais essa modelagem da sociedade ocorrerá de forma vagarosa, visto que a forma de educação bastante limitada e atrasos tecnológicos acabam por comprometer o ensino-aprendizagem nesses locais. Desse modo, compete aos órgãos mundiais um maior protagonismo nessas áreas.
Ademais, outro fator adverso frente aos avanços da modernidade é a falta de capacitação profissional, que ainda é responsável pelo maior número de desempregados no mundo. Tal fato está diretamente relacionado ao ponto anteriormente citado e possui raízes na falta de oportunidade de uma formação técnica ou superior. Tudo isso só é possível graças à questões que vão desde a necessidade de ingressar prematuramente no mercado para se obter uma rende de forma premente ao próprio modelo educacional defasado de muitas regiões do globo terrestre, que não acompanham o desenvolvimento do resto do planeta. Dessa, faz-se mister que soluções sejam tomadas urgentemente.
Infere-se, portanto, que há obstáculos a serem vencidos rumo ao futuro, tornando imprescindível que a a ONU, por meio das potências desenvolvidas, invista em tecnologia de educação e pesquisa em regiões periféricas, as quais possuem certa dificuldade em ofertar um ensino de qualidade aos seus habitantes. Esse investimento terá como base resultados de médio a longo prazo, com o fito de proporcionar levar prosperidade a áreas remotas e oportunidade de sucesso para quem utilizar dos meios ofertados. Além disso, são vultosas medidas paliativas como a concessão de vantagens fiscais que possam dar subsídio à entrada de iniciativa privada, visando a capacitação e a experiência laboral necessária para a ocupação de futuros postos de trabalhos que aparecerão graças ao trabalho mútuo de nações desenvolvidas. Com tais medidas efetivadas, a 4ª Revolução Industrial ocorrerá de forma equitativa e sem grandes problemas.