As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 30/06/2020
No século XIX, na Europa, ocorreu uma sucessão de eventos relacionados ao desenvolvimento, denominada como “Belle Époque”, como movimentos culturais e a criação de máquinas. Correlacionado a realidade, a partir dos anos 2000, a globalização tem se intensificado e com ela, o uso desenfreado dos meios tecnológicos, permitindo até a criação de novas áreas de trabalho para jovens e adultos. No entanto, é preciso ter um amoldamento dos ofícios já existentes, contudo esse ajuste nem sempre é possível, ampliando a taxa de desemprego e substituindo a mão de obra por máquinas.
Segundo o inventor e magnata norte-americano, Steve Jobs: “A tecnologia move o mundo”; Essa perspectiva está gradualmente se concretizando, tendo em vista que plataformas de comunicação como “YouTube” permitiram a consolidação de carreiras como “criador de conteúdo” com entretenimento para boa parcela da população. Não obstante, também possibilita a democratização da educação para pessoas de baixa renda, uma vez que o conteúdo é usualmente gratuito, juntamente viabilizando a disseminação de informações sobre assuntos diversos, orientando seus inúmeros usuários. Desse modo, a formação acadêmica de peritos do conhecimento científico estará em ascensão, priorizando assim, as áreas de exatas e seu desenvolvimento.
Todavia, de acordo com os dados divulgados pelo G1, “a taxa de desocupação dos brasileiros subiu para 12,6%”, relatando então, um impasse socioeconômico não apenas restrito a demanda maior por funcionários com capacitação escolar, como também, pelo grau de adaptabilidade no âmbito profissional, precisando conter qualidades como liderança e saúde emocional suficiente para enfrentar a demanda e pressão requerida nesse âmbito competitivo. Ademais, em países desenvolvidos, as máquinas já passaram a substituir o espaço dos seres humanos em fábricas, sendo preciso formar novas funções trabalhistas para sanar a defasagem causada pelas demissões.
Portanto, é de fundamental necessidade que o Governo associado com a sociedade entre em acordo sobre a manutenção do mercado de trabalho. Logo, o MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação), unido ao Ministério da Educação, deve criar propagandas e debates em instituições públicas e privadas visando fomentar o interesse dos estudantes por áreas de desenvolvimento científico; no mesmo sentido, cientistas e professores tem de buscar por inovações de projetos que possam trazer bons resultados. Outrossim, para o Ministério do Trabalho, unido ao Ministério da Cidadania e às mídias sociais, é recomendado que faça algumas alterações no que diz respeito aos serviços de operários braçais, informais ou artesãos, adaptando sua vivência à realidade atual, a qual é caracterizada por ser moderna, contendo então, o desemprego desses cidadãos.