As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 22/06/2020

O desenvolvimento econômico, nas três últimas décadas, colocou o Brasil entre as dez maiores potências mundiais, o que trouxe melhorias e bem-estar social. No entanto, tais avanços contribuem para os desafios enfrentados na filiação às profissões no futuro, uma vez que a falta de tutoria essencial, bem como o crescimento tecnológico, é de natureza tênue. Destarte, faz-se necessário debater acerca dos empecilhos que configuram esse problema como axioma nacional.

A priori, cabe ressaltar a falta de educação adequada como fator limitante para as atividades profissionais futuras. De acordo com Nelson Mandela, a educação é o melhor poderio que se pode usar para mudar o mundo. Nessa perspectiva, a escola é responsável pela qualificação dos jovens no ingresso de sua carreira profissional, haja vista que há uma propensão para a execução de serviços vindouros, evidenciando a importância da instrução educacional na admissão técnica.

Vale destacar, ainda, que a potencialização do emprego de inteligência artificial corrobora para o desemprego no País. Nesse contexto, o advento da 4.ª revolução industrial possibilitou a inserção de sistemas ciberfísicos no ambiente profissional, o que, paulatinamente, conduz à extinção de modalidades de emprego como, por exemplo, alfaiates, agentes de bancos, etc. Ademais, o número de desempregados, de acordo com o IBGE, no censo de 2016, corresponde à 12% do total de trabalhadores, mostrando, com isso, um despreparo referente à situações da evolução de ofícios.

Por conseguinte, urge das escolas a realização de feiras profissionais, palestras, e seminários, com o auxílio do Ministério da Educação, a fim de preparar a sociedade no ingresso de serviços vindouros, bem como haver a redução da taxa de desemprego. Dessarte, poder-se-á garantir um verdadeiro avanço tanto tecnológico, como social.