As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 30/06/2020

Dentre os assuntos socioeconômicos cuja abordagem se encontra em pauta na atualidade, destaca-se as profissões do futuro. Segundo o filósofo Heráclito de Éfeso, o que permanece na vida é a mudança. À medida em que a sociedade se desenvolve, as modificações são inevitáveis. Inúmeras ocupações que outrora eram indispensáveis se encontram em uma posição na qual não são mais demandadas. Dessa forma, faz-se necessário uma análise meticulosa com o fito de superar os desafios dessa premissa.

Em primeiro lugar, devido ao advento da globalização, as relações entre as nações se tornaram menos dificultadas. Com isso, o mundo contemporâneo demanda uma maior integração entre os países por conta da alta densidade demográfica - assim, existe a necessidade da cooperação para que haja qualidade de vida a todos os indivíduos.  Logo, as profissões de diplomata e internacionalista são alvos do futuro. Tais ocupações exigem profissionais estrategistas e negociadores, pois arquitetar acordos que diversas nações acatam é um desafio.

Outro ponto relevante nessa temática é no que tange à substituição de trabalhos de seres humanos por robôs. O estopim desse processo se deu na Revolução Industrial, na qual ocorreu a sobreposição das máquinas em relação aos trabalhadores. Devido as inovações na área tecnológica, há um movimento de substituição de determinados procedimentos médicos por máquinas, o que é prejudicial, pois tal profissão exige muita precisão devido ao fato desses profissionais lidarem com a vida humana.

Portanto, o Brasil deve se unir em prol da resolução dos desafios das profissões futurísticas. Cabe ao governo, em parceria com o MEC, investir na educação escolar e acadêmica através de medidas escolares que visam a inclusão de um acompanhamento vocacional intenso focado nas demandas futuras e da destinação de verbas às universidades públicas. Com tais medidas, os estudantes terão um direcionamento coeso e estarão capacitados em suas futuras profissões; estas sem a demanda de substituição por tecnologia e com um aspecto humanístico.