As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 27/06/2020
A partir da Revolução Industrial, no século XVIII, a vida do homem mudou drasticamente, tanto em relação ao trabalho, quanto ao estilo de vida que não era mais guiado pelo sol, no entanto, pelas horas, absurdas, que deveria trabalhar. Na atualidade, muitas normas trabalhistas mudaram, inclusive, a quantidade de profissão que não requer diploma. Dessa forma, nota-se que os empregos do século XXI assustam tanto grande parte da população que já faz parte do mercado de trabalho, quanto as que ainda estão por entra, devido, não só as renovações tecnológicas, mas também ao mercado exigir muito mais intelectualmente do empregado em um país que, a educação é obsoleta para maior parte dos indivíduos.
Vale destacar, inicialmente, que de acordo com inventor Steve Jobs, a tecnologia move o mundo. Desse modo, percebe-se que essa frase é correta para geração atual em que, a comunicação ocorre em segundos. Assim, a nova forma de viver extingue certas profissões como a de taxista, ao mesmo tempo em que surgem algumas inéditas, todavia, nem todas asseguram o profissional em relação aos direitos trabalhistas, como os motoristas de aplicativos, em que embora, gere lucro para empresa, caso o trabalhador sofra um acidente não terá auxílio de ninguém. Dessa maneira, é fundamental que o Estado intervenha, de maneira positiva, para os novos empregos, garantindo direitos e segurança.
Além disso, é claro que os avanços tecnológicos permitem profissões desejáveis para muitos cidadãos, porém devido ao sistema educacional, nem todos que desejam conseguem realizar esse sonho, visto que, enquanto nos países desenvolvidos é ensinado informática e uma segunda língua, no Brasil muitos alunos nunca tiveram acesso à internet, quem dirá a aulas de informática. Dessa forma, a disparidade na educação, reafirma os países de primeiro mundo e, infelizmente, aumenta a desigualdade social dentro do território nacional. Assim, quem tiver meios a educação de qualidade, conseguirá os bons empregos, enquanto quem possuir apenas a educação pública, de maneira muito difícil, conseguirá os empregos tecnológicos disputados.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar esse problema, pois de conforme a Constituição Federal, de 1988, todos os cidadãos tem direito a educação de qualidade. Logo, é dever do Estado garantir esse privilégio a todos estudantes, por meio de maiores investimentos na educação, que permita às escolas ter acesso a computadores e a rede de comunicação, desse modo, preparando jovens mais capacitados para o mercado de trabalho. Logo, atenuando os desafios que o avanço tecnológico traz para os futuros trabalhadores.