As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 29/06/2020
Com a intensa robotização e o constante desenvolvimento tecnológico presente nas sociedades atuais, inovações nos campos cibernéticos tornam-se realidades cada vez mais profundas nos meios sociais e econômicos. Profissões e, portanto, indivíduos pertencentes a distintos cargos, tornam-se obsoletos ao meio de produção, já que perdem espaço, progressivamente, à robotização e inteligência artificial. No entanto, ao passo que o comprometimento de carreiras seja um fator claro para o futuro, melhorias na qualidade de vida por meio de novas interações tecnológicas serão possibilitadas pelo surgimento de novas e fundamentais profissões frente às mudanças climáticas e especifidades do mercado futuro.
Durante os últimos dez anos, o mundo passou por mudanças transformadoras. Avanços na área da ciência, aumento da expectativa de vida e demandas mais sustentáveis de produção no mundo causaram impactos profundos na economia e sociedade, o que comprometeu e inovou diversos campos profissionais, como os setores de produção mais sustentável, pesquisadores tecnológicos e desenvolvedores de sistema.
Segundo pesquisas da consultoria britânica Sigma Scan, para 2025, a expectativa é que profissões inusitadas apareçam, como lixólogo e fiscal de mudanças climáticas, o que se deve às diversas mudanças naturais presentes no planeta. Com a constante urbanização e poluição gerada ao meio por parte das relações antrópicas, as mudanças climáticas serão um grande desafio a ser enfrentado pela sociedade moderna. Importantes meios de produção, como o setor energético e agrícola, necessitarão de drásticas mudanças, de modo a se tornarem mais sustentáveis e estabelecerem uma maior independência dos recursos naturais.
Com isso, pode-se concluir que o progresso e avanços no meio tecnológico e, portanto, profissional, serão promissores frente às constantes mudanças naturais e sociais ocorridas no mundo. Desta forma, para uma melhor preparação à sociedade juvenil, a qual passará majoritariamente por tais mudanças, cabe ao Ministério da Educação realizar incentivos nos meios de inserção tecnológica de maneira mais cotidiana no processo de formação dos indivíduos, a partir da adição de matérias optativas nos âmbitos da informática e robótica. Além disso, cabe também ao Governo Federal executar investimentos na área da ciência e tecnologia, de modo a promover uma ampliação nos programas científicos e tecnológicos nacionais essenciais para uma demanda futura.