As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 01/07/2020

Com o advento da Revolução Industrial o mundo passou por diversas transformações incluindo o surgimento de novas profissões e mais maquinário na linha de produção. Analogicamente, o mundo do século XXI passa por transformações parecidas no que diz respeito às profissões e ao mercado de trabalho, gerando pressões sobre os jovens ao final do ensino médio prestes a escolher suas futuras carreiras. Tal fato implica impasses, já que tem-se uma ascensão  tecnológica gigantesca e exigências de habilidades já existentes, só que mais que nunca cotadas para atender as demandas do futuro.

Em primeiro lugar, é importante citar as pressões e dúvidas existentes entre os jovens ao final do ensino médio quanto qual caminho seguir. Com um mundo cada vez mais tecnológico e que sofre alterações constantemente fica claro que escolher uma profissão não é uma das tarefas mais fáceis. Com o desaparecimento de algumas profissões e a permanência de outras muitos estudantes acabam por escolherem aquelas que mais se apresentam como fixas e imutáveis, ou até mesmo a que lhe garantirá melhor estabilidade diante de um mundo repleto de inovações a todo instante. Contudo, a quem se lance no desconhecido, ou melhor, nas aparentes profissões do futuro as quais exigirão por exemplo  inteligência emocional, criatividade e cooperação.

Em segundo lugar, é indubitável não falar da preparação dos alunos feita pelas escolas  para esse novo mercado de trabalho. Como foi citado antes, há quem se lance no desconhecido e invista nas novas tendências do mercado, contudo, muitas vezes tais pessoas não estão devidamente capacitadas para tal, já que habilidades que são consideradas essenciais nessas novas profissões muitas vezes não são trabalhadas nas escolas e não fazem parte do currículo de formação do estudante, alem das mesmas não possuírem infraestrutura adequada às novas tecnologias. O novo mercado busca profissionais que se adaptem facilmente, pois por se tratar de ambientes em constante transformação tal capacidade se torna importante, assim como cooperação e senso humano.

Portanto,visto que as profissões do futuro exigirão mais habilidades essencialmente humanas,o governo federal junto ao MEC,por meio de uma mudança na base comum curricular do sistema de ensino, deve realizar a implementação de disciplinas que envolvam atividades em que há integração entre a matéria ensinada, tecnologia,emocional e cooperação entre os alunos.Além disso, o governo federal por meio de bancos nacionais que visem o desenvolvimento do país, como o BNDES,deve destinar mais verbas as secretarias de educação para que haja investimento nas estruturas escolares, com a construção por exemplo de laboratórios de informática e aptidão dos profissionais.Tudo isso para que se prepare os estudantes adequadamente diante das exigências do novo mercado de trabalho.