As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 09/07/2020
O futuro do presente.
Iniciada nas ultimas duas décadas, a Quarta Revolução Industrial traz, além de grandes avanços na tecnologia, um tema muito latente na sociedade; as profissões do futuro e seus desafios. Tal proposição é ainda mais potencializado entre os jovens, os quais devem escolher as suas profissões. Seja por falta de maturidade, ou autonomia psíquica, muitos escolhem a carreira mais clássica, podendo deixar de contribuir para um melhor futuro, e podendo ter, posteriormente, uma dificuldade no mercado de trabalho. Isso deve-se a falta de direcionamento profissional, e pela restrita quantidade de cursos que visem o provir.
Em primeira análise, é importante classificar que as escolas brasileiras, principalmente as públicas, não tem um bom aconselhamento aos seus estudantes, sobretudo no que toca o direcionamento profissional. Tal característica é justificada pelo orçamento restrito que os centros educacionais possuem, tendo que cortar gastos que infelizmente consideram “desnecessário”. Junto a isso, pelo fato de serem novas no mercado de trabalho, há uma problemática das profissões do futuro serem pouco visadas e almejada pelos estudantes. Tais problemas ferem importantes princípios da Constituição Brasileira, já que restringem a informação a esses educandos. Isso acarreta na falta de acesso a informação necessária as escolhas das profissões pelos alunos, e no prejuízo para o desenvolvimento de novas profissões.
Em segundo ponto, é nítida a falta de implementação e de incentivo a novos cursos de graduação para as universidades federais e estaduais brasileiras. Isso devesse ao elevado custo de execução desses projetos de formação para as carreiras do futuro, já que demandam de bastante tecnologia. Além disso há uma precária quantidade de profissionais aptos a promoverem aulas para essas novas profissões, já que o governo não dá assistência aos professores universitários para obterem suas formações, que muitas vezes tem que ser internacionais. Tal narrativa é justificada ao analisar a UFPE por exemplo, na qual a mais de 5 anos não cria novos cursos visando o futuro.
Assim, faz-se necessário que o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Tecnologia, promova um website de domínio público, no qual estudantes poderão se consultar com profissionais para obter um direcionamento profissional. Além disso, faz-se necessário que o Governo Federal dê mais investimentos aos centros educacionais, e crie parcerias com universidades internacionais, visando a formação de novos professores universitários nos cursos do futuro. Assim, modernizaremos a educação brasileira, e faremos do nosso futuro, o presente.