As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 25/07/2020

No filme “Os Estagiários”, dois amigos perdem seus empregos e percebem que não há mais espaço no mercado de trabalho para eles, pois não se atualizaram nas suas profissões. Procurando um emprego, participam de uma competição para conseguir um estágio na Google, e desenvolvem habilidades que são necessárias na comtemporaneidade, relacionadas a tecnologia e ao desenvolvimento pessoal. Sob essa perspectiva, hodiernamente as profissões estão em constante mudanças, e há diversos desafios para acompanhar essa evolução, principalmente na adaptação da educação e no desenvolvimento de habilidades humanas.

Em primeira análise, a educação deve acompanhar o ritmo das mudanças no âmbito profissional. Nesse viés, em 2020 ocorreu uma pandemia em virtude do virús “COVID-19”, necessitando que a população ficasse em isolamento social. Assim, houve a necessidade da implementação do ensino a distância(EaD), o que mostrou a despreparação de várias escolas, resultando em muitos alunos prejudicados sem acesso às aulas. Visto isso, a educação deve estar sempre se atualizando, principalmente nos aspectos tecnológicos, os quais são cada vez mais requisitados na hodiernidade, e buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho, que está sempre se atualizando.

Além disso, a inteligência emocional está cada vez mais necessária na comtemporaneidade. Nessa conjuntura, Augusto Cury, no livro “Ansiedade”, discorre sobre a síndrome do pensamento acelerado, comum em muitos jovens, os quais estão cada vez mais ansiosos e com problemas psicológicos, comparando-se e frustrando-se constantemente. Sob tal prisma, o desenvolvimento de habilidades socioemocinais tornam-se cada vez mais importantes, principalmente para a evolução no mercado de trabalho, pois ajuda a melhorar problemas como a ansiedade, a qual impede muitas pessoas de serem proativas, e a lidar com as pessoas, desenvolvendo a empatia, que é muito importante para o estabelecimento de um ambiente de trabalho saudável.

À luz dessas considerações, é notória a necessidade do Ministério da Educação adaptar o ambiente educacional para as novas tecnlogias, investindo na modalidade EaD, a qual pode ser ampliada com a distribuição de chips para a população que carece de acesso a internet e pode ser utilizada como um adicional às aulas presenciais, e em pesquisas que busquem inovar a educação para a demanda das novas profissões, com o objetivo de preparar os alunos para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Além disso, as escolas devem abordar inteligência emocional no seu programa de estudos, por meio de aulas de desenvolvimento pessoal, visando preparar o aluno para os desafios que ele enfrentará. Com as medidas propostas, os jovens estarão mais preparados para as suas profissões.