As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 18/08/2020
Em meados do século XVIII, surgiu na Inglaterra um movimento revolucionário, a Revolução Industrial. Esta alterou a forma de produção, estrutura da sociedade e criou novas demandas, a principal foi a criação de novas e diversas profissões. As quais neste século eram bem mecanizadas, dependiam de pouca qualificação e eram abundantes. Realidade totalmente diferente da encontrada nos dias atuais pela nova PEA. Aliados ao desemprego estrutural e a saturação dos mercados, leva a discussão acerca das profissões do futuro e seus desafios.
Primeiramente, deve- se destacar a evolução constante da sociedade e a Revolução 4.0, na qual máquinas tem substituído a força de trabalho do homem, configurando o desemprego estrutural. Além de terem menores custos e serem mais eficientes, estas tem acabado com muitos postos de emprego. Prova disso é o número de desempregados crescendo constantemente, soma- se a isso o aumento da exigência dos empregadores pelo fato da tecnologia exigir maior grau de especialização. Agravada pelo histórico educacional do país.
Ademais, há de se discutir a saturação de alguns setores da economia. O primário, as máquinas dominam grande parte, no secundário, estas controlam o processo produtivo e tais consequências reduzem significativamente os postos de trabalho. Acarretando no inchaço do setor terciário que nos momentos de instabilidade econômica recorrente, geram demissões em massa, aumentando os desafios profissionais.
Portanto, com Revolução Industrial, suas transformações causadas na estrutura produtiva, novas dificuldades surgiram. Aliadas a isso, há a questão do desemprego estrutural e a saturação de diversos setores incrementam estes. O governo Federal junto às instituições de ensino poderiam criar oficinas de capacitação, apoio psicológico e suporte aos novos profissionais. A fim de capacitar, descobrir mercados não saturados, superando estes desafios e provendo pleno desenvolvimento.