As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 23/08/2020
Segundo uma pesquisa realizada recentemente, 80% dos brasileiros buscam informações médicas pela internet. Isso tem refletido no aumento de pacientes que não conseguem resolver os problemas nos consultórios. Entre os entrevistados, 71% acreditam que sabem avaliar o conteúdo que encontram na rede. Por outro lado, o mesmo estudo mostrou que entre as pessoas que acabam procurando um médico depois, 62% perceberam que as informações virtuais não batiam com as dos especialistas.A demora em conseguir uma consulta com um especialista, falta de tempo ou mesmo curiosidade são vários os motivos que podem levar as pessoas a se consultar pela internet. “Infelizmente é comum isso no nosso Cotidiano
O hábito se tornou uma preocupação para a Organização Mundial de Saúde (OMS). Dados indicam que passa de 10% o percentual de internações em consequência de reação a medicamentos.prática é muito comum, principalmente quando surgem sintomas considerados simples pelo paciente, como coceiras e dores no corpo.
Quase sempre perguntar às pessoas mais próximas, principalmente aos mais velhos, referências de remédios que possam aliviar os incômodos. Mas, na era digital, os conselhos dos mais experientes começam a perder espaço para a ferramenta de busca na internet: o Google. VUma pesquisa britânica divulgada recentemente mostrou que 25 por cento das mulheres na Inglaterra utilizam o Google como pesquisa para autodiagnóstico.Os perigos dessa prática são diversos como efeitos colaterais
Urge, portanto, que medidas sejam tomadas para se solucionar a questão da automedicação no Brasil. Nesse sentido, o Ministério da Saúde, por meio das mídias televisivas e das mídias sociais, deve veicular conteúdos educativos a respeito da prática de se automedicar, mostrando suas consequências e os perigos em torno dessa ação, visando a motivar a sociedade a repudiar a administração de remédios sem o auxílio médico. Dessa forma, o problema pode ser contornado ao criar um novo ideal em que “Na existência de qualquer sintoma, o médico deverá ser consultado”.