As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 26/10/2020

Com a terceira revolução industrial, em meados do século XX, houve um aprimoramento dos meios de produção e novos avanços tecnológicos e científicos na indústria. Conforme a sociedade avança, há a modificação (ou extinção) das formas de trabalho existentes, mas também há a tendência do surgimento de novas profissões. É notável destacar que novas possibilidades no mercado contribuem para a redução do desemprego, porém a falta de especialização e conhecimento tecnológico evidenciam uma problemática a ser solucionada.

Zygmunt Bauman propôs a ideia de modernidade líquida, que tem como características a fluidez (constante movimento) e volatilidade do mundo moderno. Paralelamente à isso, analisa-se que as profissões seguem nesse ritmo e são modificadas/criadas de acordo com o contexto. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial em 2016, 65% das crianças que estudam no primário, devem trabalhar em empregos que ainda não existem. Esses dados comprovam o pensamento de Bauman tendo em vista a realidade de constantes mudanças.

O educador e filósofo Paulo Freire disse que: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda". A partir disso verifica-se a importância do governo com o investimento na educação, pois a especialização é um ponto importante, visto que, muitas profissões são inéditas e é necessário adaptação à nova realidade além de conhecimento específico sobre tecnologia.

Dessa forma entende-se que, para solucionar o problemas relacionados às profissões do futuro é indispensável que o MEC (Ministério da Educação e Cultura) aliado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações promova projetos nas instituições de ensino, por meio em palestras e aulas práticas ministradas por profissionais especializados, a fim de preparar os jovens para as futuras profissões.