As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 01/11/2020
Conforme a canção “Metamorfose ambulante”, lançada em 1973 pelo artista brasileiro Raul Seixas, os seres humanos e a sociedade, na qual estão inseridos, podem passar por transformações ao longo do tempo. Desse modo, é indubitável que o suporte ao processo de adaptação dos indivíduos é falho na sociedade hodierna, visto que, relacionado ao sistema trabalhista, ocorre uma ruptura educacional na interação dos jovens com as profissões do futuro. Por conseguinte, essa problemática reflete em um cenário desafiador seja por questões educacionais, seja por questões sociais.
Em primeiro plano, cabe abordar o modelo educacional implantado na sociedade. Com a Revolução Industrial foi introjetado o avanço tecnológico no corpo social, tornando o mercado de trabalho mais exigente e rigoroso. Nesse sentido, nota-se que ocorre uma qualificação do processo de trabalho, trazendo empresas que buscam indivíduos com melhores habilidades para o progresso. Diante disso, observa-se a falta de assistência à entrada desses jovens no mercado devido à ausência de informações e práticas, assim dificultando ambientação quando lançados nesse meio. Em virtude disso, é eminente a importância de facilitar o acesso desses indivíduos para que ocorra sua qualificação com
o decorrer do tempo, ou seja, junção de habilidades educacionais e práticas.
Outrossim, cabe evidenciar a falta de auxílio aos jovens, visto que estão no processo de construção do futuro. De acordo com Martin Luther King, ativista norte americano, “depois de escalar uma montanha muito alta, descobrimos que há muitas outras por escalar”. De forma análoga a isso, observamos na sociedade, indivíduos que não são instruídos adequadamente à ingressarem e se comportarem diante das novas profissões que estão surgindo. Nesse viés, os desafios de ingresso no mercado de trabalho estão vinculados à precariedade do sistema educacional de instruir as pessoas a tais práticas.
Diante o exposto, é evidente os desafios enfrentados com o surgimento de novas profissões. Portanto, a fim de amenizar o problema, cabe a instituições de ensino, como escolas, tomar medidas para qualificar os indivíduos, por via de palestras e atividades extracurriculares , baseando-se nos futuros previstos que serão encontrados. Ademais, buscar maneiras como as midiáticas para ressaltar as transformações, recorrentes ao mercado de trabalho, e o surgimento de novas carreiras profissionais, como o propósito de promover a consciência da existência dessas áreas. A fim de trazer melhorias para a situação apresentada.