As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 28/10/2020

Com o advento das novas tecnologias, o mundo se transformou. A Terceira Revolução Industrial proporcionou grandes avanços, na qual pode-se notar uma mecanização ainda mais presente. Para tal, as máquinas continuam se desenvolvendo, ao passo de substituir integralmente o trabalho humano nas empresas. Com isso, enfrenta-se um desafio nos postos de ofício, uma vez que pelas mudanças já ocorridas, pessoas ficam desempregadas.

Inicialmente, é válido ressaltar que a causa principal para a taxa de desemprego é a falta de formação técnica para a execução do serviço. No entanto, já percebe-se uma busca para preparar os estudantes na ingressão nesse novo mercado de trabalho. Um estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial, aponta que 2/3 das crianças ocuparão serviços que ainda irão surgir. Logo, mostra-se que os órgãos educacionais estão sim, investindo em conhecimento tecnológico desde cedo.

Em contrapartida, enquanto algumas profissões ainda irão aparecer no mercado, outras estão desaparecendo. É o caso do alfaiate, telefonista, mensageiro de telegrama, serviços que não há mais tanta demanda, acarretando a extinção. Dessa forma, a taxa de desemprego aumenta exponencialmente, tornando-se um problema regional, e sem ajuda do governo para solucionar tal empecilho, a população sofre com as condições vigentes, como fome, moradia, entre outros.

Em virtude dos fatos mencionados, é dever das escolas públicas e privadas -no início de cada ano letivo- incluir nas salas de aula disciplinas que abordam a tecnologia, por meio da compra e contratação de recursos e profissionais na área, para desenvolver e preparar o aluno para o mundo tecnológico. Outrossim, é o Ministério da Justiça e Segurança Pública desenvolver e oportunizar novos postos de trabalhos semestralmente, por meio de atrativos e investimentos em empresas e contratos públicos, a fim de possibilitar empregos para toda a população.