As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 31/10/2020
Em 2017 o mercado de trabalho sofreu algumas alterações em seu sistema, como por exemplo a consolidação das leis trabalhistas, esse movimento foi nomeado reforma trabalhista. Além disso, o ambiente profissional continuará a sofrer mudanças por longa data, gerando novas profissões que surgirão de acordo com a necessidade e com a relevância em meio a sociedade, nos incentivando a alterar também a forma e em que nos qualificamos. Sendo assim, com essas mudanças alguns desafios tendem a surgir, nos forçando a se adaptar com novos métodos e suas consequências como a demanda por qualificação e novas formas de trabalho.
Em primeiro plano, é preciso atentar para a crescente demanda por qualificação presente em questão. Por exemplo, de acordo com o Fórum Econômico Mundial 46% dos trabalhadores de uma empresa possuem visibilidade e preferência no cargo por possuir uma melhor qualificação em meio ao sistema, enquanto os demais precisam adquirir essas habilidades e muitas vezes são dispensados. Esse cenário é muito comum hodiernamente, onde a inovação na qualificação toma forma. Desse modo, é de se esperar que a busca e o desenvolvimento de uma formação diferenciada e eficiente sejam passos importantes para entrar e permanecer no mercado de trabalho do futuro, com novas profissões.
Em segundo plano, é preciso atentar para as novas profissões e formas de trabalho que existirão no futuro. Diante disso, de acordo com uma pesquisa realizada pela Dell, 85% das profissões que existirão em 2030 ainda não foram criadas, isso não quer dizer que as que conhecemos hodiernamente serão extintas, porem algumas cairão no desuso. Em virtude disso, a sociedade encontra desafios no que envolve o preparo para essas futuras profissões, visto que, é algo inviável visar se qualificar para uma profissão que ainda não foi criada. Diante disso, entretanto, tudo na sociedade atual indica que os caminhos primordiais para essa qualificação é o conhecimento das tecnologias.
Logo, algumas medidas devem ser tomadas a fim de amenizar esta problemática. Portanto, cabe ao Ministério da Educação juntamente com o Ministério da Economia desenvolver palestras sobre a importância do assunto com especialistas qualificados. Ademais, desenvolver políticas públicas, oferecendo cursos sociais gratuitos com o intuito de abrir oportunidades de desenvolvimento profissional por qualificações para aqueles que não possuem condições. Dessa maneira, talvez, as mudanças constastes no âmbito profissional possam ser acompanhadas.