As profissões do futuro e seus desafios
Enviada em 29/10/2020
O trabalho é parte básica da vida humana. Nesse sentido, quando se trata de profissão, pode-se dizer que elas já dispuseram de diversas mudanças que interferiram diretamente no cotidiano de todas as nações. Causa disso, foi o surgimento da Revolução Industrial e de tantas máquinas capazes de substituir funções humanas, que levou ao fim de certas profissões e à criação de novas. Contudo, criou-se o desafio da profissionalização adaptada às inovações e, ademais, muitas pessoas perderam seus empregos por serem “substituídas” pelos maquinários.
Diante dessa perspectiva, fica evidente que conforme as tecnologias avançam, são necessárias novas especializações que lidem com elas. Dessa forma, um exemplo de profissão criada a partir do desenvolvimento de modernizações, é a engenharia de cibersegurança, que lida com o armazenamento e a proteção de dados na internet - que se popularizou a partir do ano de 2004. Sob esse ponto de vista, destaca-se que estudos apontam que 65% das profissões do futuro sequer foram inventadas, o que deixa claro a necessidade de uma constante preocupação em capacitação.
Por conseguinte, além da importância das capacitações, há a carência de se ampliar as oportunidades no mercado de trabalho, para assim conseguir não aumentar o desemprego, causado pela extinção de determinadas profissões ou pelo surgimento de novas áreas de trabalho. No entanto, não somente criar vagas de emprego se faz mister, mas também oferecer cursos profissionalizantes que capacitem de acordo com as profissões do futuro e com as inovações tecnológicas.
Urge, portanto, que a Organização das Nações Unidas (ONU) auxilie os países menos desenvolvidos a implementarem em suas populações a oportunidade de cursos que abranjam as novas áreas profissionais como cibersegurança e mídias sociais, para incluir jovens e desempregados nas novas profissões, através de investimentos governamentais e parcerias com escolas técnicas, para garantir um futuro inovador e oportuno para toda a população mundial, com menos desemprego e mais inclusão.