As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 29/10/2020

Os datilógrafos eram profissionais que redigiam textos, cartas, ofícios, petições em empresas e repartições públicas até 1980. Entretanto, com a invenção dos computadores pessoais, a máquina de escrever, assim como a profissão de datilógrafos caiu em desuso. Nesse sentido, essas considerações se tornam pertinentes sobre as profissões do futuro. Já que, entende-se que para solucionar essa problemática é preciso que sejam tratados como fundamentais tanto a ausência de conhecimento tecnológico, como as modificações no mercado de trabalho.

A priori, torna-se imprescindível afirmar que com os avanços da tecnologia surgiram vários problemas, como a falta de conhecimento tecnológico. Nesse contexto, por exemplo, em junho de 2020, diante da pandemia do Novo Corona Vírus, um paciente com Covid, internado no hospital Albert Einstein, teve que recorrer a uma cirurgia devido a um infarto e foi operado por um braço robótico. Portanto, é preciso ressaltar que a modernização não ocorreu em todos os hospitais, por conta da falta de recursos básicos que ainda está presente na maioria dos setores da saúde. Além disso, é preciso ressaltar a falta de especialização e, com isso, os profissionais serão facilmente substituídos por outros, tal situação ocorre devido à necessidade de se ter conhecimento acerca de tecnologia para preencher essas vagas.

Do mesmo modo, é necessário redigir sobre as modificações no mercado de trabalho que diante do avanço tecnológico, como “maquinização”, que consiste na substituição de indivíduos por máquinas, assim, a criação de inéditas formas de trabalho fomentam a diminuição do desemprego. Diante disso, sabe-se que a Universo Online (UOL), uma empresa brasileira, apresentou dados de que mais de 12% da população está desempregada, os mesmos que se formaram em uma profissão. Logo, é de extrema importância está atento ao mercado de trabalho e aos cursos que estão com maior engajamento nos anos anteriores. Dessa forma, por serem profissões inéditas, os indivíduos ainda não tiveram a oportunidade de adquirir uma preparação necessária que esses empregos requerem. Sendo assim, faz-se necessário, mediante a educação, adaptar as pessoas a esse novo setor trabalhista.

Em resumo, a partir dos argumentos expostos, é primordial que o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, deve realizar um projeto nas escolas, com a finalidade de inibir a problemática. Desse modo, será feito por meio de palestras, aulas práticas e expositivas, focadas em preparar os alunos, principalmente no que tange ao conhecimento tecnológico, para esse novo mercado de trabalho. Em suma, a população brasileira poderá aproveitar as vantagens do crescimento dessas profissões futurísticas.