As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 01/11/2020

A maior qualidade do homem, em comparação aos outros animais, é a capacidade de aprender. Apesar disso, uma pessoa que estuda pra seguir uma carreira específica, pode acabar se frustrando por não conseguir. Entretanto, assim como o ser humano é capaz de conhecer tudo, também é resiliente e deve se adaptar a todas as ocasiões, e já com o assunto de trabalho introduzido no contexto, é entendível que o humano tem que se adaptar a diversas dificuldades no seu meio de trabalho e inclusive, com o avanço da tecnologia e com a chegada da indústria 4.0, essas dificuldades aumentaram pois as profissões já conhecidas deram o lugar para as máquinas.

Já apresentado ao tema, sabe-se que a substituição homem por máquina é o principal causador de desemprego em todo o globo. Foi divulgado pelo Sistema Estadual de Análise de Dados Estatísticos, ou SEADE, que a taxa brasileira de desemprego em 2019 beirou os 12%, mas comparado com o mesmo dado em 1990, o valor era de 9,4% no ano. Isso deixa bem nítido a substituição e evolução da tecnologia na economia, por exemplo hoje em dia não existem mais pessoas responsáveis por ascender os postes de luz, e esse funcionário perdeu seu lugar para um sistema elétrico que liga todos os postes da cidade com só um botão.

Enquanto a tecnologia evolui, o homem perde emprego. Consequência disso é a falta de dinheiro, que impede que a pessoa seja resiliente de alguma forma, ou dificultando ela de se formar outra vez, ou causando problemas na vivência do indivíduo. Porém da mesma forma que alguém perde o trabalho, mais 10 são criados por conta da evolução tecnológica, entretanto a pessoa que se tornou obsoleta e não é mais empregado, não vai ter dinheiro para se readaptar á tal evolução imposta.

Ademais, Nelson Mandela havia dito que nunca cair não é o que há de melhor na vida, mas sim se levantar sempre que cai, que é entendível e resumido como resiliência. Enquanto a obsolescência profissional vem se tornando cada vez mais comum, seria papel do Estado brasileiro, no caso do Brasil, lutar em formar novamente essas pessoas e gerar mais empregados, de forma gratuita enquanto estiver cursando. Com o apoio de grandes empresas que entrariam no projeto em forma de patrocínio, seria possível atualizar os funcionários antigos, como por exemplo um datilógrafo viraria um operador gráfico. As próprias universidades federais seriam responsáveis por receber essas pessoas, que devem comprovar ser formados na profissão substituída e o funcionário deve ter direito a estagio com o intuito de ganhar experiência, além disso o formando terá que pagar o 15% do salário mensal por 10 anos.