As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 05/01/2021

A espécie humana compreendeu e relatou em sua história sobre os grandes feitos que a 1º, 2º e 3º Revoluções Industriais causaram no seu cotidiano. Essas consecutivas mudanças refletiram no mundo do trabalho e, com a pandemia, exigiram adaptações antes inimagináveis por toda a sociedade, a exemplo do grande número de profissões que surgiram com esse gradiente histórico. Contudo, não só o aumento das exigências trabalhistas, mas também a dificuldade na adaptação de antigas profissões, representam um desafio a ser superado pela sociedade brasileira.

Indubitavelmente, as modificações da OIT (Organização Internacional do Trabalho) mostram que a completude da agremiação humana favorece maiores exigências do mercado de trabalho. Porquanto, é devidamente adequado ressaltar que a ausência de um ensino tecnológico adequado nas escolas públicas do país, revigora a situação de que o cidadão brasileiro não acompanha e não é capacitado suficientemente para suprir as necessidades impostas pelo mercado. Desta forma, a falta de parceria com empresas, como a Microsoft, estadunidense, para a ampliação tecnológica no meio escolar, reflete a negligência do governo para com o Bem-Estar social da população.

Outrossim, diversos de milhares de trabalhadores com experiência de mais de trinta anos de carreira enfrentam um paradigma, especialmente em tempos pandêmicos, a adaptação ao mundo tecnológico de sua empresa. Além disso, o bombardeamento de novas profissões, como os influenciadores digitais, provocam uma readequação da dinâmica dos negócios que, muitas vezes, favorecem para a diminuição do desemprego. Contudo, antigos profissionais podem se sentir intimidados por essa nova onda de empregos e, por não se adaptarem ligeiramente à nova fase capitalista, podem falir da noite para o dia, semelhante ao que aconteceu na Grande Depressão de 1929. Portanto, a falta de medidas que ajudem na continuidade e manutenção de empresas seculares desfavorece a competição entre os antigos e novos profissionais.

Destarte, faz-se fulcral a urgência em cessar tal problemática. Desta forma, cabe ao MEC (Ministério da Educação), investir na ampliação dos laboratórios de informática nos colégios, mediante parcerias público-privadas,possibilitada pela empresa estadunidense citada, com o intuito de contribuir na melhoria do ensino digital no país, formando profissionais mais aptos, além de favorecer a empresa aumentando seu quadro de consumidores e mantendo a continuação das Revoluções Industriais. Ademais, os Centros de Referência e Assistência Social dos municípios brasileiros devem realizar cursos e palestras de incentivo e iniciação de profissionais mais excluídos do meio digital, com o intuito de favorecer o adentramento e continuação da vida profissional no âmbito tecnológico.