As profissões do futuro e seus desafios

Enviada em 06/09/2022

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o mundo viu muita morte e destruição, mas também avanço e emergência na carreira. Na covid-19 de hoje, durante a fase de distanciamento social no Brasil, as empresas adotaram o Ministério do Interior e, após divulgarem empregos locais, se atualizaram com novas tecnologias. Em suas respectivas circunstâncias, no entanto, muitas empresas fecharam suas portas devido à infraestrutura de baixa qualidade e mão de obra insuficiente.

Segundo o Instituto Brasileiro de Pesquisas Econômicas (IBRE), em 2020, cerca de 10% dos brasileiros trabalhavam de casa durante a pandemia, e dessa minoria, a maioria veio de grandes centros urbanos como SP, RJ e DF. Isso se deve à falta de infraestrutura doméstica, equipamentos e até internet em outras regiões. Como resultado, os escritórios domésticos no Brasil ainda estão limitados a um pequeno subconjunto de sociedades cooperativas.

Além disso, vale ressaltar que o número de mão de obra profissional no mercado pós-pandemia não é estável. Nove em cada 10 construtoras até 2022 estão com dificuldade de encontrar profissionais competentes, devido a cidadãos com pouca ou nenhuma escolaridade, segundo levantamento da Câmara Brasileira de Construtores Civis. Por isso, vale lembrar o pensamento do filósofo grego Aristóteles, que dizia que “a política deve ser expressa pelos homens para se alcançar o equilíbrio social”. Então, diante disso, fica claro que a educação não abrange a sociedade como um todo.

Desta forma, a evolução e o surgimento da profissão são positivos, mas ainda existem obstáculos à sua execução. Por isso, o governo deve trabalhar com as empresas para fortalecer as exigências de formação do mercado de trabalho por meio de disciplinas e palestras respectivamente, além de visitas às empresas que apresentam as profissões ofertadas. Só assim o Brasil terá profissionais prontos para as futuras carreiras e seus desafios.