As relações pessoais em tempos de modernidade líquida

Enviada em 28/10/2020

Relações pessoais após a popularização das redes sociais

O filósofo pré-socrático Heráclito de Éfeso afirmava que não se pode banhar duas vezes no mesmo rio, pois as águas renovam-se a cada instante. As alterações nas relações pessoais modernas decorrem, essencialmente, da globalização e melhorias tecnológicas. Por outro lado, existe a busca pela permanência perante tempos de relações líquidas. Portanto, deve-se analisar e reavaliar os vínculos sociais, com a finalidade de mantê-los sadios e integrados.

No século XXI, smartphones e redes sociais são figuras registradas e, por esse motivo, é possível observar atos como relacionamentos virtuais e cyberbullying.

Após a Segunda Guerra Mundial, correntes feministas e a busca pela paz se consolidaram. Em cada geração há características particulares. Além do mais, a contemporaneidade resulta de sucessivos fatos que fortalecem o individualismo. A fim de desempenhar o papel consumista, o homem engrandece mais o parecer do que o ser. Por conseguinte, o jurista utilitarista Jeremy Bentham liberou a exposição do seu cadáver como neologismo: “para um homem que é sua própria imagem” denominado “autoícone”, pois é desejo do ser humano aumentar seu prazer e diminuir sua dor.

Resumindo, as alterações geradas pelo capitalismo e a mundialização são irreprimíveis. É preciso analisar as relações humanas, de forma que as mesmas não sejam prejudicadas, e que o homem mantenha sua essência natural. Logo, deve-se priorizar o tópico de desenvolvimento do hábito de pensamento crítico na nova geração, com o apoio e suporte familiar na fiscalização do uso de eletrônicos.