Aumento da expectativa de vida no Brasil
Enviada em 01/12/2019
Atualmente, no Brasil, o crescimento populacional se encontra em um momento de transição entre a segunda fase e a terceira, ou seja, aumento da expectativa de vida e diminuição da taxa de natalidade. Contudo, paralelamente a essas condições, surgem desafios para a sociedade, tangenciando o modo como os idosos vivem nesse meio.
Em primeiro lugar, é mister destacar que, geralmente, a população anciã necessita de mais cuidados médicos e medicamentos, uma vez que possuem mais doenças devido à uma vida árdua. Porém, é evidente que o sistema público de saúde não dispõe de tantos recursos para suprir esse aumento, acarretando a precariedade da saúde da sociedade, igualmente a série ‘‘3%", em que indivíduos não selecionados são isolados dos privilégios.
Ademais, outro ponto a se salientar é a situação trabalhista dos idosos, os quais são rejeitados no mercado de trabalho, em decorrência do esteriótipo de baixa produtividade, indiferente do conto “Boi velho”, de Simões Lopes Neto, cujo qual o boi é sacrificado injustamente em virtude da sua idade avançada. Além do mais, a situação previdenciária desfruta de uma crise, visto que há mais pessoas se aposentando do que contribuindo com o Instituto Nacional do Seguro Social, assim exigindo maiores tempos de contribuição do trabalhador. Desse modo, os idosos são obrigados a se adaptarem as novas condições, debilitando-se cada vez mais.
Portanto, a fim de se preparar para essa transição demográfica, urge preparar a sociedade para os possíveis impasses. Nesse espectro, recomenda-se que a Receita Federal, juntamente com o Ministério da Saúde, destine verbas especificas para a saúde dos mais velhos, através de um cadastro de idosos feito nos postos de saúde. Além de, em conjunto com o INSS, criar planos de aposentadoria simultâneos a empregos, pagando metade do ordenado. Somente assim o país irá superar as dificuldades do aumento da população da terceira idade.