Aumento da expectativa de vida no Brasil
Enviada em 07/09/2017
O acréscimo na expectativa de vida no Brasil apresenta aumentos significativos nos últimos anos. De acordo com o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa média do brasileiro subiu de 74,9 para 75,2 anos de 2013 para 2014. No entanto, esse crescimento não é acompanhado com a qualidade de vida desses cidadãos. Nesse âmbito, é perceptível que essa problemática ocorre devido à conjuntura histórica e educacional.
Em primeiro lugar, o Brasil ainda não conseguiu se desprender da cultura de aplicação segregada. Isso se dá porque, desde a Independência desse país o investimento é desproporcional nas regiões. Prova disso, segundo uma pesquisa da FGV, o Estado de Maranhão possui a pior condição de trabalho e renda nesse país. Ações dessa natureza promove uma expectativa de vida dos Estados periféricos abaixo do desenvolvimento médio da nação. Desse modo, é notório que esse modelo de investimento impede a perspectiva de crescimento de inúmeros cidadãos.
Ademais, o desenvolvimento humano dos brasileiros não acompanha o progresso na expectativa de vida, visto que o planejamento de educação básica do Governo é ineficiente. Exemplo disso, é a PEC que congela o investimento educacional por 20 anos. Consequência disso, de acordo com a Pnud, afeta-se na posição do Brasil (79) no ranking de IDH , que é inferior aos países do terceiro mundo, como a Albânia (75). Nesse sentido, esse planejamento reduz a qualidade de vida de milhares de pessoas.
Combater a desigualdade no Brasil é, portanto, indispensável para o crescimento de vida uniforme na sociedade. Dessa forma, cabe ao Poder Legislativo, por meio de uma emenda constitucional, promover o investimento igualitário aos Estados, a fim de evitar uma disparidade econômica entre esses locais e promover um crescimento homogêneo aos cidadãos da terceira idade. Por fim, ao Poder Judiciário, mediante do intervencionismo judicial, impedir a PEC 241, com o propósito de aprimorar o índice de desenvolvimento humano dos brasileiros. Quem sabe, assim, possamos evoluir os critérios essências para a próxima geração.