Aumento da expectativa de vida no Brasil

Enviada em 08/09/2017

Harmonia vital

Vivendo desde a década de 50 um crescimento gradual na expectativa de vida, parcelas da população tem sido beneficiadas com o desenvolvimento econômico do país. Com a divisão regional hierarquizada, o Brasil apresenta disparidades financeiras diante da sua extensão, o que requer maior atenção por parte do cidadão, levando-se em consideração aspectos estruturais e humanísticos.

Com o fim da segunda guerra mundial em 1945, o Japão, país devastado pelas bombas americanas, passou a destinar investimentos em áreas educacionais a fim de alavancar o desenvolvimento da nação. Nesse sentido, exemplifica-se o fato de que o crescimento da expectativa de vida está atrelado ao progresso nacional em geral. Logo, a sociedade brasileira mostra-se parcialmente comprometida devido à uma escassez histórica de investimentos em áreas do conhecimento, o que aumenta a vitalidade de forma lenta e desequilibrada no âmbito socioeconômico.

Quando Marx afirma que o controle da natalidade ocorre paralelamente à melhoria da qualidade de vida da população, parece prever uma realidade na qual o aumento da expectativa de vida varia de acordo com a macrorregião brasileira. Tendo em vista que o Maranhão possui a menor taxa de expectação vital do Brasil, percebe-se que o Nordeste ainda apresenta características subdesenvolvidas. Desta forma, evidencia-se que o país verde-amarelo não desenvolveu-se de forma igualitária e coesa, o que reflete em um nível  inferior quanto a vivência do cidadão.

A fim de que se alivie, portanto, esse cenário problemático, mostra-se fundamental que a Prefeitura Municipal por meio de investimentos em educação fundamental básica, como por exemplo a abertura de novas escolas, outra medida oportuna consiste na manutenção de políticas sociais por parte do Governo Federal por meio de subsídios estruturais como saúde e alimentação. Surgem, assim possibilidades de construirmos uma sociedade mais harmônica.