Aumento da taxa de criminalidade entre os jovens brasileiros
Enviada em 12/06/2020
No filme Cidade de Deus, lançado em 2002, retrata as favelas do Rio de Janeiro dos anos 1970, a qual um personagem, chamado de Zé Pequeno, é um jovem negro, pobre que vê no crime a oportunidade de melhorar de vida. Tais fatos evidenciam a vida de muitos nas comunidades periféricas brasileira, em que jovens entram nesse mundo do crime, por serem despidos de oportunidade e pelo preconceito da sociedade. Desse modo, esse povo depara-se com desafios para erradicar essa problemática.
De início, é indubitável que os centros urbanos ainda discriminam os moradores de periferia, e que a falta de oportunidade para esse povo aumentou na última década. Nesse sentido, conforme o portal de notícias da Globo, em 2013, cerca de 9% dos residentes de comunidade não tinha acesso ao ensino da rede pública. Essa realidade torna-se evidente, já que existe uma precariedade no ensino nesses locais, a qual a maioria dos jovens não conseguem ingressar no mundo escolar, devido ao descaso governamental em relação à educação. Por conseguinte, essa debilidade leva à perda da moral e da boa convivência social.
Outrossim, vale ressaltar que o preconceito sofrido pelo povo da periferia vem aumentando na sociedade, o qual ainda são mal vistos por muitos. Nessa perspectiva, de acordo com Albert Einstein, em uma de suas frases, ressaltou que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Sob tal ótica, percebe-se que as atitudes preconceituosas da sociedade influenciam e traumatizam as crianças e os adolescentes. Além disso, a discriminação, juntamente com revoltas interna, torna o crime a opção mais viável para muitos jovens. Dessa forma, contribui-se para a perpetuação desse tipo de ação negativa.
Por tudo isso, para que haja uma redução nesse cenário de criminalidade dos jovens, é imprescindível o esforço coletivo entre as comunidades e o Estado. Cabe ao Ministério da Educação, em parceria com o Governo Federal, aumentar a qualidade de ensino nas áreas precárias e incorporar psicólogos nessas instituições, por meio de verbas governamentais e programas de assistência aos jovens. Ademais, devem propor uma reeducação social, mediante campanhas educacionais, em jornais e revistas, com o intuito de promover o acesso democrático de toda população, alcançando, por fim, menores taxas de criminalidade entre os jovens.