Aumento da taxa de criminalidade entre os jovens brasileiros

Enviada em 29/06/2020

Na música Favela Vive 3, em agosto de 2018, Rappers que evadiram-se do mundo do crime, relatam suas vivências e as condições dos moradores de favela em periferias de todo o Brasil. Ademais, essa realidade torna-se evidente, já que os residentes de comunidades encontram-se despidos de oportunidades e rodeados de preconceito. Dessa forma, esses povos deparam-se com desafios para erradicar a discriminação.

De início, é indubitável que a falta de oportunidade desses habitantes está ligada a má qualidade das instituições escolares e pela omissão governamental. Nessa perspectiva, de acordo com o portal de notícias da Globo, cerca de 30% dos homicídios e furtos do Rio de Janeiro, são praticados por menores de idade que não têm o ensino completo. Analogamente, percebe-se que a educação é fundamental na formação do indivíduo, principalmente nas crianças, para assim ensina-las o caminho correto, com o objetivo de não ingressarem na criminalidade. Por conseguinte, esse ensinamento leva a boa convivência social e uma carreira profissional bem sucedida.

Outrossim, o prejulgamento sobre os inquilinos de periferia é uma grande problemática, visto que os populares discriminam as camadas mais baixas em relação a classe social e localidade. Nesse âmbito, segundo o físico teórico Albert Einstein em uma de suas frases, ressaltou que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Sob tal ótica, nota-se que o preconceito é baseado em relatos passados pela geração antecessora, na qual está enraizado na população e difícil de ser quebrado. Desse modo, contribui-se para a perpetuação desse tipo de ação negativa na sociedade.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para conter o avanço dessa controvérsia. Por tudo isso, cabe ao Ministério da Educação, juntamente redes de ensino e a mídia, propor uma reeducação social e cultural, mediante campanhas educacionais em jornais, revistas, televisão e internet, em palestras nas escolas e praças públicas com profissionais especializados da área. Em seguida, implementar programas governamentais para atendimento de menores, além de melhorar o ensino em áreas precárias e incorporar psicólogos nessas instituições, por meio da ajuda comunitária e verbas do governo, com o intuito de promover menores taxas de marginalidade entre os jovens.