Aumento da taxa de criminalidade entre os jovens brasileiros

Enviada em 04/12/2020

Está prescrito na Constituição Federal, de 1988,os direitos civis que garantem a qualquer indivíduo o direto à educação e ao bem-estar civil. Entretanto, é possível observar uma falha grave na garantia desses direitos por meio dos altos índices de criminalidade entre os jovens brasileiros. Dessa Forma, tal questão é um desafio no Brasil, não só devido à defasagem na educação, como também ao legado histórico. Portanto, é necessário analisar os principais fenômenos sociais da questão.

E relevante abordar, primeiramente, que a defasagem na educação brasileira constitui o âmago da problemática apresentada. Para Kant, ’’ o homem não é nada aquilo que a educação faz dele’’. Considerando essa máxima, é possível dizer que os problemas sociais possuem como base uma falha na educação. Nesse contexto, ao que se refere à os altos índices de criminalidade entre os jovens, no Brasil, é possível observar o papel defasado das escolas públicas, a qual tem sido uma falha no sentido de trazer à tona ensinamentos sobre tal problemática e contribuir para resolver tal impasse.

Outrossim, cabe ressaltar o legado histórico dentre as origens do problema supracitado. Segundo Confúcio ,filósofo chinês, é possível entender as ações sociais do presente apenas tomando conhecimento dos eventos passados. Sob esse viés, o alto número de jovens no mundo do crime , apesar de configurado hodiernamente, está enraizado de forma consistente nas ações mal planejadas do passado, como a rápida urbanização promovida pelo presidente Vargas, tendo como resultado o inchaço urbano e a estratificação social. Faz-se mister, portanto, a reformulação de ações efetivas do governo, pois tal fenômeno segregador é o responsável pela falta de oportunidade aos jovens que acabam opinando o mundo do crime como uma forma de crescimento.

Em suma, a partir dos fatores supracitados , é evidente que tais eventos precisam ser solucionados. Para tanto, cabe ao MEC, em conjunto com as escolas do ensino fundamental II e ensino médio, investir no desenvolvimento de atividades escolares, como palestras e debates, que tragam a problemática da mortalidade entre os jovens à tona. Diante disso, será possível que haja mais clarividência entre os jovens sobre o tema e uma visão mais ampla e crítica das escolhas erradas por optarem o crime como meio de vencer na vida. Por fim, diante dessas ações, é favorável que o Brasil possa amenizar tal fenômeno social.