Aumento da taxa de criminalidade entre os jovens brasileiros
Enviada em 15/01/2021
O aumento da taxa de criminalidade entre os jovens faz com que o filósofo Richard Rorty conteste “Que tipo de mundo podemos preparar para os nossos bisnetos?”. Pois, é nítido que o aumento da criminalidade entre os mais novos, não é valorizado pelos cidadãos. Contudo, essa desvalorização impacta diretamente na vida de jovens que comentem crimes para sobreviverem na pobreza ou que possuam vícios em drogas ilegais, o que compromete, prejudicialmente, seus futuros.
Em primeiro lugar, é visível a grande quantidade de jovens que encontram-se em situações de miséria, que em algumas ocasiões, por serem os principais responsáveis de suas famílias junto à procura do sustento, cometem crimes. Cuja essas infrações podem variar de atos, como roubos de alimentos até assaltos à mão armada, porém, se tiverem o azar de serem flagrados, passarão tempos aprisionados, o que não condenará somente eles, e sim suas vidas futuras.
Em segundo lugar, é perceptível a existência de adolescentes que cometem crimes não, intuitivamente, para suprirem a fome, mas, sim a dependência química. Portanto, muitos que querem dar continuação ao uso, porém estão desprovidos de dinheiro para obterem a droga, apelam para a execução de graves delitos (furtos de objetos, sequestros com recompensas e assaltos às residências), na qual cooperam para que o site UOL, registre que a taxa de criminalidade entre os jovens no Brasil varia nos Estados de 3% a 31%.
Dessa forma, conclui-se que o aumento da taxa de criminalidade entre os jovens brasileiros tem de ser combatido. Portanto, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em companhia com o governo federal, deve, por meio de uma reunião, impor às mídias televisivas e digitais, que por propagandas, exibam relatos anônimos de jovens que cometeram crimes para atenderem necessidades pessoais, mas, que se arrependem da atitude tomada, pois, foi danoso a reconstrução de seus futuros, junto exibirão o quão prejudicial são o vício às drogas, principalmente iniciadas na adolescência, fazendo assim com que as taxas de criminalidade entre os jovens sejam mais valorizadas pelos cidadãos para que decaiam ao longo dos anos.