Aumento da taxa de criminalidade entre os jovens brasileiros

Enviada em 23/03/2021

A música “Eu vejo a vida melhor no futuro” de Lulu Santos, traz alusão de uma realidade mais harmônica em um futuro próximo. Entretanto, o aumento da criminalidade entre os jovens no Brasil, faz com que esse pensamento se afaste ainda mais da realidade, o cenário atual é fruto da situação socioeconômica de algumas famílias e de negligências governamentais.

Nesse sentido, é indubitável que a questão da baixa qualidade de vida de alguns jovens está entre as causas da problemática. Esse cenário é retratado do filme brasileiro “Tropa de Elite”, que mostra a realidade precária dos morros do Rio de Janeiro, que são controlados pelas facções criminosas. De maneira análoga, é possível perceber que por conta da condição socioeconômica de muitas famílias, inúmeros jovens procuram o mundo do crime como uma forma de levar recursos para dentro de suas casas. Decorrente a isso, muitos deles se perdem no mundo do crime.

Além disso, as negligências governamentais por Poder Público também é um agrave a esse problema - pois a segurança e o bem-estar são direitos assegurados na Constituição Federal de 1988, e é dever do governo garanti-los. Dessa forma, percebe-se que a falta de operações intensivas em lugares controlados por organizações criminosas, deixam muitos jovens a vontade para cometer atos ilícitos. Além disso, O Brasil possui leis muito brandas, fazendo com que ele se citam confortáveis para cometer crimes, pois as consequências postas a ele será mínima.

Portanto, o governo deve criar campanhas, com o objetivo de orientar os jovens que o mundo do crime não compensa. Essa ação deverá ocorrer através da mídia - que é um meio de comunicação que chega a milhares de pessoas. Desse modo, muitos jovens serão salvos do mundo do crime. Outrossim, o Ministério da Defesa, deverá proporcionar operações com as forças armadas, de modo a reprimir as facções criminosas. Com essas ações, esperamos que a problemática seja amenizada em médio e longo prazo.