Aumento da taxa de criminalidade entre os jovens brasileiros
Enviada em 25/05/2021
Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos direito à igualdade, liberdade e ao bem-estar social. Entretanto, tal garantia é deturpada, visto que a criminalidade entre os jovens encontra-se efetivada na sociedade. Desse modo, a ausência de punição em consonância com a desabono social são os principais pilares para esses conflitos.
Em primeiro plano, vale ressaltar a falta de condenação como perpetuador do problema. Destarte, de acordo com o IBGE, 60% das pessoas envolvidas com tráfico de drogas têm entre 12 a 18 anos de idade. Por essa perspectiva, os menores por serem inimputáveis são considerados peças de alto valor em organizações criminosas. Assim, os adolescentes acabam entrando para o mundo do crime e aumenta delinquência juvenil.
Ademais, vale salientar a exclusão social como impulsionador do impasse. Segundo Karl Marx, em sua análise da sociedade, cidadãos que apresentam vulnerabilidade social tendem a serem excluídos. Sob essa ótica, jovens carentes são invisíveis na sociedade, pois esses indivíduos não elevam a economia. Dessa forma, a visibilidade social acaba acontecendo para o adolescente apenas quando ele envereda pelo crime.
Portanto, com intuito de mitigar a criminalidade juvenil, urge que o Estado, como promotor do bem-estar social, disponibilize subsídio para que o Ministério da Educação reverta essa verba em contratação de policiais e profissionais, que por meio de cursos e aulas profissionalizantes nas escolas daria a oportunidade de jovens estudarem e possuírem um emprego. É mister a mídia informar a população sobre o perigo da vida criminosa. Somente assim, a Declaração Universal dos Direitos Humanos entrará em completo vigor.