Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil

Enviada em 31/10/2019

Promulgada pela ONU, em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde, educação moradia e ao bem estar social. Entretanto, as desigualdades vividas no Brasil impossibilita que uma grande parte da população tenha esses direitos na prática e isso tem reflexos claros, no aumento da taxa de mortalidade infantil. e a passividade governamental é o principal combustível desse ato.

A priori, vale ressaltar, que  hodiernamente, o Brasil ocupa a sétima posição na economia mundial. conquanto, seria racional acreditar que o mesmo possui um bom sistema de educação, saúde  e segurança. porém, a realidade a é justamente o oposto. De acordo com dados estatísticos quanto maior as desigualdades maior os índices de morte de crianças com menos de 1 ano. Não é casual que a Africa sendo o continente mais pobre e desigual  do globo, seja também  o com as maiores taxas de mortalidade.

É fundamental pontuar, também, que a passividade estatal é a principal impulsionadora do descaso com a mortalidade infantil. De acordo com o pensamento do filosofo Jhonn Ghoeter ‘‘A maior necessidade de um Estado é a de governantes corajosos’’. Nesse cenário, conclui-se, que a sociedade não pode calar-se perante tal negligência, uma vez, que, sabemos que o Brasil tem recursos para continuar superando esses desafios. porém é preciso determinação da classe política.

Infere-se, portanto,  que ainda há entraves  para a solidificação de um mundo melhor. Logo, medidas devem ser tomadas. O Estado precisará de imediato resolver os problemas com  moradia e saneamento, para que desse modo novas patologias sejam prevenidas. O Governo terá de criar e ampliar políticas públicas, promover reformas e fornecer aparato necessários para famílias de baixa renda, e por fim, as autoridades deverá também investir em campanhas que conscientizem as mães a vacinarem seus filhos. dessa forma, a mortalidade infantil no Brasil diminuiria.