Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil
Enviada em 09/05/2020
A Constituição Federal de 1988,prevê a todo cidadão o direito à saúde, sendo um dever do Estado.Entretanto, o precário serviço de saúde pública do Brasil se reflete na crescente dos números nos casos de mortalidade infantil.Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de políticas públicas eficazes ,quanto da desigualdade social.
Em primeiro lugar, é fulcral pontuar que a falta de políticas eficazes no âmbito da saúde pública deriva da baixa atuação dos setores governamentais,no que se concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências.Há uma escassez da propagação dos princípios doutrinários do SUS;promoção e prevenção à população mais carente,esse panorama social vem aumentado nos últimos anos ,maximizando o número de de mortes entre crianças de até 1 ano.
Ademais, é imperativo ressaltar a assimetria social que advém do capitalismo exacerbado como promotor do problema.Partindo desse pressuposto, o aumento da mortalidade infantil se dá pela má distribuição de renda e o contraste de atendimento de saúde entre classes, uma vez que, é a quantidade de capital que configura o atendimento à saúde no Estado,um quadro análogo ao retratado no século XVI,com a expansão marítima europeia na visão mercantilista,onde era o acúmulo de bens que lhe inferia ou não em um atendimento superior com a saúde.
Assim, medidas exequíveis devem ser tomadas para conter o avanço da problemática.Logo,com o intuito de mitigar o problema,necessita-se urgentemente que o Tribunal de Contas da União direcione capital, que por intermédio do Ministério da Saúde e Educação, será revertido em uma ampliação da promoção e prevenção das campanhas de vacinação e pré-natal em todos os municípios do País,e também serão feitas palestras com professores e profissionais da saúde em PSF’s e Escolas sobre a importância da imunização e relevância do período gestacional.Dessa forma,atenua-se-à em médio e longo prazo o a diminuição de mortalidade infantil no Brasil.