Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil

Enviada em 07/06/2020

O filósofo francês Sante defende que cabe ao ser humanos escolha no seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade da sociedade no que concerne á questão na tentativa de evitar a mortalidade infantil, visto que a dificuldade de acesso ao sistema de saúde publica de qualidade, aliado a falta de acesso ao saneamento básico por grande parte da população brasileira, perpetua tal situação. Embora o Brasil nos últimos anos tenha diminuído a taxa de mortalidade, a ONU (Organização da nações unidas) mostra que o número ainda é elevado principalmente na região norte e nordeste do país, isso acontece por causa pela falta de investimentos no setor da saúde nesta região como demais do Brasil, que causa precariedade no serviço, faltado assim assistência a gestantes e bebês. Segundo OMS a cada 11 segundo um parto é mal sucedido, a maioria desta ocorrência acontece nos países subdesenvolvido, aonde tem pouco ou nem um investimento no serviço de saúde, ocasionando a falta de profissionais qualidade, equipamento, EPI’s, leitos entre outras coisas, dificultando tratamento e assistência essenciais que poderia evitar tragédias. Vale também ressaltar a crise no saneamento básico que amplia tal problema, uma vez que muitas doenças podem proliferar devida a ausência dessa esfera. Dedos da OMS revela que 88% da morte por diarreia no mundo são causados pelo saneamento inadequado 84% são criança. No Brasil, no ano de 2018, 15 mil brasileiros morrem por ano devido doença relacionado á falta de saneamento. E além do mais a falta de investimentos no tratamento de esgoto prejudica a saúde global, como anteriormente mencionado a OMS afirma que a cada dólar investido em saneamento, se economiza 4,3 dólares investido em saúde. Como pode ser visto, a falta deste âmbito gera diverso consequência, agride a população e demanda elevados recursos do governo para reparação dos damos. Com isso, algo preciso ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo o ministério da saúde e vigilância sanitário, por meio de investimento nas redes de esgotos e no sistema único de saúde (SUS), deve fazer o tratamento de água e esgotos, diversificar o acesso de água encanada, contração de bons profissionais na área da saúde, compra de equipamentos e EPI´s hospitalar da rede públicas, campanha para gestante e bebes e distribuição das vacinas. Nesses sentidos, o feito de tal ação é a diminuição é evitar a mortalidade infantil. Somente assim, esses problemas serão gradativamente erradicado, assim garantiremos nosso futuro, pois como é dito um ditado popular “as crianças são o futuro da nossa nação”