Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil

Enviada em 13/06/2020

Segundo o pensador polonês Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é caracterizada da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Logo, o aumento da taxa de mortalidade infantil no país, decorrente das deficiências estruturais que se estabelecem nas árias de atendimento a gestante e a criança, reflete essa realidade.

Em primeiro lugar, o Governo Federal, como instância máxima da Administração Executiva, deve atuar em favor da população, com isso, garantir que os cidadãos usufruam dos seus que são fecundados por lei. Embora a taxa de mortalidade infantil no país tenha sofrido grande queda desde 1990, no ano de 2016, de acordo com o Ministério da Saúde, os números apontaram aumento de 5% na taxa de mortandade de crianças de zero a cinco anos de idade. Cujos Estados mais afetados seriam das regiões Norte e Nordeste do país, com destaque para o Estado da Bahia.       Em segundo lugar, vale ressaltar a necessidade da participação direta do povo na busca pelos seus direitos e que os jovens tenham mais engajamento com ações de políticas públicas voltadas para combater a mortalidade infantil no Brasil. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, no entanto, é de salientar à ausência da participação do Governo em estratégias para implementações de melhorias nos serviços de atendimento público, cujo descaso afeta diretamente as mães e crianças desde o período de gestação, assim, causando danos à saúde de ambos.

Portanto, fica evidente a necessidade de conter a liquidez citada neste panorama. Ademais, essa proposta tem por finalidade combater a mortalidade infantil no Brasil. Para isso, é preciso que o Tribunal de Contas da União, libere capital para os Estados, que por meio do Ministério da Saúde será revertido na implementação de leitos em unidades de pré-natal nas unidades básica de saúde, a fim de atender melhor a população. Com isso, espera-se que ocorra declínio significativo no número de crianças mortas no país.