Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil
Enviada em 03/07/2020
Muito se discute a respeito da mortalidade infantil no âmbito brasileira. Está homologado no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), Art. 7, que a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde permitindo desenvolvimento, em condições dignas. Contudo, sabe-se que muitas crianças morrem até mesmo na hora do nascimento, decorrente da falta de estrutura básica. Por conseguinte, é necessário cuidados com a saúde pública do país pelos riscos que as mães e os recém-nascidos estão sujeitos.
Em primeiro momento, é necessário cuidados básicos para o desenvolvimento dessas crianças. Deficiência na assistência hospitalar aos recém-nascidos, falta de vacinação, desnutrição e ausência de saneamento básico são os principais motivos pelo qual mais morrem crianças no Brasil. Soma-se a isso, que tudo está ligado a falta de investimento governamental onde muitas mortes podem ser evitáveis por conta de problemas mínimos.
Ademais, a má administração do dinheiro que é destinado para a área da saúde nem sempre chega. Segundo Tribunal de Contas da União (TCU), entre 2002 e 2015, foi desviado mais de R$ 4,5 bilhões que deveriam servir ao Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, está na Constituição Federal de 1988, Art. 196, que a saúde é direito de todos e dever do Estado garantir isso, mas percebe-se que não é realmente isso que ocorre com a frequente corrupção.
Urge, portanto, mais cuidados na área da saúde com objetivo de minimizar o aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil. Logo, cabe ao Poder Público, juntamente com Ministério da Saúde, executar estudos mensalmente para saber como anda a saúde nessas regiões e como o dinheiro que foi repassado está sendo utilizado. Outrossim, é de dever das mídias sociais, passar para a população os estudos realizadas pelos meios de comunicação de como anda a saúde local. Com efeito dessas medidas, espera-se que diminua os problemas decorrentes da moralidade infantil.