Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil

Enviada em 16/07/2020

A Revolução Industrial e o avanço da tecnologia promoveram um avanço não só na medicina como também na erradicação de doenças. Sobretudo, em nota publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), menos de 40% da população brasileira possui tratamento de esgoto. Com isso, surge a problemática do aumento na taxa de mortalidade infantil, que nesse âmbito é persistida pelo escasso sistema de saúde pública, saneamento básico e financiamento hospitalar.

É relevante abordar, primeiramente, que desde o final do século XX a mortalidade infantil tem sido o principal agente de problemas sociais. tal problemática atinge, principalmente, as regiões mais precárias de privilégios governamentais, como o saneamento básico, vacinas, remédios, educação, sistemas de saúde e afins. Dessa forma, muitas crianças falecem por desnutrição, desamparo ou escassez hospitalar.

Ademais, cabe mencionar que a taxa de mortalidade infantil expressa o número de crianças de uma determinada região que morre antes de completar um ano. Tal dado tem como principal objetivo,analisar a qualidade dos serviços de saúde, a educação e o saneamento básico. É evidente que, em países pobres como, Afeganistão, Angola, Nigéria, entre outros, a taxa de mortalidade é maior que o Brasil.

Logo, medidas públicas de prevenção são necessárias para mudança de tal cenário. Portanto, é fundamental, que países ricos contribuam para a estruturação das nações que enfrentam tais problemas. Além do suporte do Ministério da Educação para construção de mais hospitais, capacitação de equipes médicas, saneamento básico para todos ,subsídios alimentares e disponibilização de verbas. A fim de que a taxa de mortalidade infantil diminua.