Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil

Enviada em 28/07/2020

Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à vida, saúde e bem-estar social. No entanto, a mortalidade infantil tange esse ato, tanto pela exclusão social e falta de serviços públicos,quanto pelo descaso do governo.

Em primeira análise,é importante destacar que a mortalidade infantil teve um aumento de 5% em 20 estados brasileiros,segundo uma pesquisa do Ministério da Saúde,a partir de 2016.Tal índice afirma-se pela compartibilidade com a exclusão social das populações mais afetadas, na qual carece de serviços públicos,como saneamento básico.De acordo com a organização não governamental Save the Children,a mortalidade infantil poderia ser reduzida com o aumento do acesso a serviços básicos,assim,doenças como a desnutrição e vírus da Zika,não seriam mais fatores da mortalidade infantil,como ocorrido em 2018, em São Paulo.

Além disso,outro contribuinte para o aumento da mortalidade infantil é o descaso do governo,principalmente,em relacão ao sistema de saúde pública,que permanece com baixa cobertura vacinal e precário atendimento pré e pós natal.Segundo a Organização das Nações Unidas,7000 recém nacidos morrem diariamente no Brasil,tanto por anomalias cromossômicas que poderiam ser identificadas antes,quanto pelas péssimas condições infraestruturais de hospitais públicos.

Infere-se,portanto,que a mortalidade infantil é um grande malefício à sociedade.Por isso,é dever,primeiramente,do Ministério da Saúde, selecionar verba através de empresas particulares,por exemplo, para aplicar em hospitais e postos de saúde público,contribuindo para melhor atendimento às crianças. Além disso, que o Governo Federal faça projetos como de inclusão social e de reconstrução de bairros mais pobres para aumentar a qualidade de vida e ,consequentemente, diminuir a mortalidade infantil.